quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Shopping Centers: Vendas em shoppings retrocedem em 2016
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Shopping Center: Queda da atividade, seus impactos e o efeito cambial no setor de shoppings
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Shopping Center: Aliansce Shopping Centers anuncia venda de participações em negócios
A Aliansce publicou resultados do segundo trimestre do ano, que registraram expansão nos principais indicadores. A receita líquida atingiu R$ 89,3 milhões de abril a junho, crescimento de 36% em relação ao mesmo período de 2011. O lucro líquido, no entanto, sofreu queda no segundo trimestre, com retração de 6,7% de abril a junho, para R$ 34,2 milhões. Dados mostram também que o resultado operacional líquido (NOI) alcançou R$ 75,9 milhões de abril a junho, expansão de 39,8% em relação ao ano passado.
Nos shopping centers da Aliansce, as vendas cresceram 12,8% de abril a junho. No mesmo período de 2010 e 2011 os índices foram mais altos, 29,1% e 24,2%. No comércio varejista nacional, na qual shopping tem uma participação de 18,0%, as receitas obtidas vem apresentando crescimento bastante favoráveis. Tais resultados positivos são reação aos indicadores do mercado de trabalho, que sugerem um mercado interno aquecido pelo aumento da massa salarial, com queda no desemprego, além da elevação dos preços, que impulsiona as receitas do comércio.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Shopping Center: Shopping Centers investem no Estado de São Paulo
O maior investimento está sendo feito pelo Colinas Shopping, em São José dos Campos, que destinou R$ 252 milhões para triplicar seu tamanho e R$ 20 milhões para sua revitalização, as obras serão concluídas em 2014. Além disso, o shopping está investindo até R$ 5 milhões em obras viárias no entorno para facilitar o acesso e reduzir o impacto no trânsito local. Os recursos para a ampliação tem sua origem do próprio caixa da empresa e venda de ativos na área imobiliária.
O empreendimento está situado em uma das regiões mais nobres da cidade que possui um potencial grande de crescimento por conta dos lançamentos imobiliários. O novo shopping tem como objetivo consolidar-se como centro de referência de moda, gastronomia e entretenimento para um público diferenciado. Além disso, a principal novidade entre os projetos de expansão dos shoppings na região é a construção de um centro de negócios certificado pela Leed (Liderança em Energia e Design Ambiental, na sigla em inglês) dentro da área do Colinas. Trata-se de uma torre com 25 pavimentos, sendo dois interligados ao shopping e 23 que serão utilizados para escritórios corporativos e profissionais liberais.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Shopping Center e Construção: Construtora Godoi planeja novos empreendimentos no modelo open malls
De acordo com o presidente da construtora e administrador do The Square, Renato Godoi, a estratégia comercial está em atrair clientes que vivem nas áreas mais afastadas da região metropolitana e com difícil acesso aos grandes centros por causa do trânsito, com a união de serviços, lazer e escritórios. Para possibilitar a combinação dos três segmentos, apenas uma loja de cada setor foi autorizada a se instalar na área de 25 mil metros quadrados, ocasionando disputas por parte de grandes empresas pelo espaço.
Como o segmento possui um grande potencial de crescimento, Godoi possui uma expectativa de avançar 40% em volume de negócios no próximo ano, com a pretensão de atrair clientes de shoppings tradicionais de São Paulo que buscam conforto e exclusividade. Outro modelo semelhante ao the Square é o Brascan Century Plaza, localizado no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo, empreendimento lançado em 2003 com uma área de 12 mil metros quadrados.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Shopping: Construtoras de shoppings continuam investindo forte em 2012
Nesta semana, foram anunciadas três aquisições importantes no setor de shopping center. A Multiplan adquiriu 30% do Shopping Vila Olímpia, na capital paulista, que pertencia à Brookfield. O valor da operação foi de R$ 175 milhões. Por sua vez, no mesmo período, as empresas Saphyr, gestora de shoppings center, e a Hemisfério Sul Investimentos (HSI), que administra fundos imobiliários, tornaram-se sócias para operar juntas no segmento de shopping centers. A HSI adquiriu 49% do controle da Saphyr. Pelo acordo fechado, as companhias passam a dividir os lucros dos investimentos em novos negócios, sendo que já estão previstos investimentos em cinco projetos de shoppings centers no país nos próximos quatro anos. Outra aquisição importante foi feita pela BRMalls Participações que adquiriu 33% do Itaú Power Shopping, em Contagem (MG). Além da participação, no valor de R$ 87,5 milhões, a transação também envolve o pagamento de R$ 2,3 milhões por 33% da operação do estacionamento.
As empresas do setor de Shopping, ainda continuam otimistas com as perspectivas do setor, onde são esperados pela Lafis um crescimento do faturamento de 18,2% e 20,2%, para o ano de 2012 e 2013 respectivamente. Apesar da crise nos paises desenvolvidos, que chegou a afetar a economia brasileira, as perspectivas são de uma retomada do crescimento da economia, em virtude do aumento da renda da população, além da tendência de baixa da taxa de juros, que possibilita melhores condições de financiamento para investimentos das empresas.
Entre as maiores empresas do setor de shopping, destaca-se como líder a BRMalls. Ao todo a empresa, que controla 45 shoppings, atingiu, no acumulado de janeiro a setembro de 2011, um faturamento de R$ 598 milhões. Já a Mulpiplan, segunda maior empresa do setor, apresentou um resultado no faturamento de R$ 483 milhões no acumulado de 2011.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Shopping Center e Construção: Braço da Cyrela investe em segmento de shoppings
Atualmente, a empresa possui apenas dois empreendimentos no ramo, o Shopping "D" e o "Grand Plaza", seu investimento se justifica pela expansão da participação do segmento nas receitas da empresa. No ano de 2010, o faturamento do segmento de shopping centers representou 17% do faturamento, o objetivo é dobrar essa participação em três anos, chegando a até 40%.
O investimento abarcará seis projetos que, no total, somam cerca de R$ 1,2 bilhão. O aporte foi realizado com participação dos fundos GIC, fundo soberano de Cingapura e Canadian Pension Plan (CPP). Os projetos deverão ser concluídos até o final de 2014 e envolvem uma expansão de 11 mil m² de área bruta locável (ABL) do Gran Plaza além de cinco novos shoppings, sendo dois em São Paulo e os outros três em Minas Gerais, Pará e Rio de Janeiro.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Shopping Centers: Setor receberá grandes investimentos nos próximos anos
Com um faturamento de R$ 245,7 milhões em 2010 e com boas perspectivas de crescimento no ano corrente, o grupo pretende, ao final das obras, alcançar uma receita de R$ 1,04 bilhão. Como é o próprio grupo que irá construir e administrar as unidades, as expectativas de receita são maiores, pois não será cobrada nenhuma taxa de administração, além do custo menor devido a construção.
O setor de shopping centers, conforme o ritmo de expansão que ocorre no varejo de uma forma geral (que por sua vez é devido ao aumento do rendimento médio auferido pela população e da massa salarial) apresenta ótima perspectiva de desempenho nos próximos anos. Tendo em consideração mercado interno aquecido e a entrada de parcela significativa da população na classe média de renda, o setor de shoppings torna-se atrativo para investimentos, principalmente em regiões fora dos grandes centros urbanos, como é o caso do interior do país e da região Nordeste, que possui uma demanda crescente, acima da média nacional.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Shopping Centers: BRMalls faz aquisição de shopping por R$ 800 milhões
O Shopping Tijuca, localizado na zona oeste do Rio de Janeiro e focado nas classes média e média alta, possui um fluxo de 16 milhões de pessoas por mês e um tíquete médio de R$ 1,5 mil, valor superior em 50% na comparação com os outros shoppings da BRMalls. A aquisição, estratégica para a empresa, visa o rendimento gerado pelos investimentos que serão realizados na cidade nos próximos anos para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas.
O setor de shopping centers, que responde de maneira positiva aos indicadores do mercado de trabalho, possui ótimas perspectivas de crescimento para os próximos anos. Essa negociação acompanha esse movimento de expansão dos shoppings centers pelo país. Além disso, como o setor é pouco concentrado, a aquisição serviu para ampliar a participação de mercado da empresa, frente suas concorrentes, o que irá refletir na ampliação de seu faturamento.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Shopping Centers: Multiplan investirá R$ 207 milhões em shopping no Rio de Janeiro
Em sua primeira fase o shopping possuirá dois pavimentos e prevê 276 lojas, seis restaurantes, sete salas de cinema, 2.300 vagas de estacionamento e área gourmet. O shopping será administrado pela Multiplan, que possui participação em 90% do empreendimento e 100% do capex do projeto (o capital investido na obra). O resultado operacional líquido esperado pela empresa no primeiro ano é de R$ 19,5 milhões e para o terceiro ano, de R$ 27,3 milhões.
O empreendimento visa atender as classes C e B, que predominantemente habitam o bairro do Campo Grande. O investimento acompanha o aumento do poder de compra da população e as boas perspectivas que o setor de shopping centers apresenta para os próximos anos. Com a grande diversificação de serviços prestados, juntamente com o aumento da massa salarial, o setor de shoppings espera um número cada vez maior de consumidores, principalmente os que integram as classes de renda mais baixa (C e D).
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Shopping Centers: BR Malls compra Shopping Santa Cruz
Esse fôlego para aquisições vem da oferta pública de ações realizada em junho de 2009, que captou R$ 834 milhões, sendo R$ 454 milhões destinados ao caixa da empresa com finalidade de expansão das operações. A companhia vem tomando cada vez mais espaço no crescente setor de shopping centers através da captação no mercado financeiro e a aquisição posterior de novos negócios, algo especialmente necessário quando se trata de unidades de larga lucratividade em espaços de difícil expansão, como é o caso dos grandes centros urbanos. Estima-se que desde sua abertura de capital, em 2007, a empresa já tenha captado uma cifra superior a R$ 2,1 bilhões sendo que 75% das ações da última oferta foram adquiridas por grupos estrangeiros a um preço de R$ 15 a ação.
Apesar do robusto crescimento que a receita da empresa vem apresentando na esteira do bom desempenho do varejo nacional – aumento de 56% na comparação de 2008 com 2007 - , as operações financeiras levaram o exercício desse ano a um prejuízo de R$ 30 milhões em decorrência da variação cambial. No segundo trimestre de 2009 a empresa já auferiu um lucro líquido de R$ 66,5 milhões, bastante atrelado ao reajuste dos aluguéis (+12%) baseados no IGP-M do ano passado, já que o índice apresenta valores negativos em 2009; o que indica que a expansão da BR Malls pode continuar com uma boa intensidade, na medida em que reverte prejuízos e vê os lucros de suas ações aumentarem.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Shopping Centers: Setor busca recursos para crescer
A alta lucratividade que o setor de shopping centers nacional vem apresentando, sobretudo comparada aos resultados dos, já saturados, mercado europeu e norte americano, vem fazendo com que ocorra um considerável fluxo de recursos para empreendimentos que cada vez mais se aproveitam do aumento do poder compra da população e do desenvolvimento de regiões como o interior de São Paulo e áreas metropolitanas dos Estados do Nordeste. Nesse cenário, a Multiplan, na esteira da BR Malls que captou R$ 454 milhões, anunciou, em 26/08/2009, o objetivo de levantar R$ 650 milhões com uma nova emissão de papéis na Bolsa de Valores.
O setor de shopping centers se encontra em uma situação bastante propícia para crescer de maneira vigorosa nos próximos anos, conjugando a recuperação dos investimentos na bolsa de valores brasileira, a pujança do mercado interno e a solidez da política macroeconômica nacional.
