segunda-feira, 7 de março de 2016
Alumínio / Mineração - Para além da conjuntura internacional: Os desafios da competitividade da mineração nacional ante uma debilidade infraestrutural
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Alumínio: Alta no preço da energia prejudica o setor de alumínio no Brasil.
terça-feira, 29 de abril de 2014
Mineração e Alumínio: Melhores expectativas com a demanda chinesa
Entretanto, mesmo com um ritmo de crescimento mais lento, o país continua a importar grandes quantidades de minérios, com destaque ao minério de ferro e ao cobre. Com as expectativas de uma estabilização de seu crescimento em torno de 7,0% para 2014, a economia chinesa ainda é forte para continuar demandando uma quantidade crescente de matérias-primas. Corrobora para isso a crescente urbanização do país, com grande parcela da população se deslocando para as cidades.
Algumas matérias-primas minerais, com destaque ao minério de ferro, cobre, níquel e alumínio, começaram no último mês a recuperar as perdas acumuladas desde 2013. Para ilustrar uma melhora das expectativas frente o crescimento da China, destaca-se que nos últimos 30 dias, a partir de 25 de março de 2014, os preços do cobre que subiram cerca de 5%. Na comparativa dos últimos 5 anos, os preços do minério de ferro ainda apresentaram maior valor, cerca de duas vezes superior. Apesar de uma retomada, convém ressaltar que provavelmente os preços das principais commodities minerais não deverão voltar a níveis recordes ainda este ano, todavia parecem melhorar as expectativas de ganhos das mineradoras brasileiras. Conjuntamente, as perspectivas de aumento do dólar, deverão alavancar as receitas de vendas do setor de mineração e alumínio do Brasil.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Alumínio e Mineração: Incertezas no Mercado de Alumínio no Brasil
O setor de alumínio, assim como o setor de mineração, em geral, iniciaram o ano de 2014 com certa instabilidade no tocante ao movimento de seus mercados no Brasil, o que dificultará as projeções de crescimento para o ano. O principal motivo que leva a esse cenário de incerteza é decorrente de um movimento anterior de grande oferta internacional de commodities minerais no mundo somado a uma desaceleração do crescimento econômico dos principais países consumidores, como a China, acarretando em uma oscilação desfavorável às cotações de alguns produtos a partir do quarto trimestre de 2013.
No tocante ao alumínio, no mercado internacional, de acordo com a cotação da Bolsa de Londres (LME), seu preço apresentou crescimento até 2008, atingindo o valor de US$ 3.071,24 por tonelada. Com a crise financeira internacional, houve uma queda de 51,5% no preço, quando o alumínio primário foi cotado em US$ 1.490,43. Nos últimos dois anos, os preços mantêm certa estabilidade, alcançando uma média entre 2012 e 2013 de US$ 1.960,60 por tonelada. A baixa cotação no comparativo histórico, aliado aos altos custos da indústria, eletrointensiva, e às condições desafiadoras do mercado global, acarretaram em cortes na produção de alumínio primário em todo o mundo, com destaque aos altos estoques chineses e a redução recente da capacidade instalada da Alcoa no Brasil, em São Luís (Alumar-MA) e em Poços de Caldas (MG).
Por outro lado, é possível vislumbrar alguma melhora para o mercado de metais não ferrosos, como é o caso do alumínio, e também zinco e chumbo, tendo em vista que a redução das operações no mundo poderão tornar o mercado mais apertado e favorecer os preços. Isso porque existe uma tendência de alta na demanda por esses produtos aos setores de construção civil e indústria de transformados, que a partir de uma menor produção mundial poderá tender a uma pressão de alta nas cotações. É importante ressaltar que a recuperação dos preços na LME ocorre de maneira lenta e gradual, já que primeiramente é esperada uma queda dos prêmios e os estoques atuais, no caso do alumínio somam 9 milhões de toneladas no mundo. Com esse panorama, o ano de 2014 chega em um movimento de incertezas frente ao cenário da mineração brasileira e mundial.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Alumínio: Mesmo com dificuladades setor espera bons resultados com a crescente demanda interna
Cabe ressaltar que a indústria sofre com o alto custo de energia elétrica, mesmo quando a maior parte da energia utilizada é autogerada. Tendo em vista que os preços de energia elétrica tenderão a se elevar, a competitividade da indústria de alumínio deverá ser atingida.
Existe, entretanto, uma crescente demanda de alumínio para aplicações principalmente no mercado de latas, embalagens, construção civil e transporte. Com isso, o governo anunciou incentivos que colaboraram com o melhor desempenho desta indústria, como a redução do IPI de veículos, desoneração da folha de pagamentos e outros.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Alumínio: Acordo entre Alcoa e Airbus
A Alcoa e a Airbus firmaram um acordo na Paris Air Show de 1 bilhão de dólares para o fornecimento de folhas de alumínio e outros produtos – sem divulgação de sua vigência.
Os produtos da Alcoa serão utilizados em praticamente todos os modelos comerciais da Airbus como o A380 e na produção de painéis de fuselagem para componentes estruturais. Os laminados planos de alumínio serão fornecidos pelas plantas da companhia em Davenport (Estados Unidos), no Reino Unido e em Belaya Kalitva (Rússia).
A Alcoa disponibiliza em quatro unidades de negócios seu expertise em soluções aeroespaciais, como novas ligas e avançadas tecnologias estruturais que permitem a redução do peso da aeronave, de seu custo de produção e manutenção. A empresa de alumínio conquista a fidelização de um cliente e consolida-se no setor aeronáutico.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Aluminio: Investimento de R$ 40 milhões da Alcoa
Na semana anterior a empresa já havia informado um investimento de R$ 23 milhões na unidade de Itapissuma (PE) almejando a ampliação da produção de perfis anodizados, chapas e folhas de alumínio nesta unidade.
Além da unidade fabril em Tubarão, a Alcoa possui um centro administrativo, participação acionária em duas usinas hidroelétricas (Machadinho e Barra Grande), investimentos no projeto de construção da usina de Pai Querê e participação em Estreito (MA/TO) e Serra do Facão (GO).
Dada à sua produção verticalizada, crescente demanda interna e estabilidade econômica, a empresa espera que a demanda aquecida de alguns s
etores como construção civil, automotivo, industrial e embalagens permita maior margem de lucros em seus negócios.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Alumínio: Nova fábrica de latas de alumínio em Belém
A empresa inglesa Rexam anunciou a construção de uma nova unidade industrial em Belém (PA) que terá capacidade anual de 1,2 bilhão de unidades de latas de alumínio, com previsão de início para a metade de 2012, sem divulgação do valor do investimento.
A Rexam representa 60% do mercado brasileiro de latas para cervejas (11 fábricas), refrigerantes e sucos. A empresa optou por Belém para a construção da fábrica por conta do fator logística e pela previsão de crescimento de demanda por latas dada a maior da renda dos consumidores nesta região.
Além disto, a empresa investe no norte do país como uma estratégia de negócio dada à sua concorrente estar localizada na mesma região e por apresentar as maiores taxas de crescimento do país.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Alumínio: Nova fábrica de latas de alumínio em Belém
A Rexam representa 60% do mercado brasileiro de latas para cervejas (11 fábricas), refrigerantes e sucos. A empresa optou por Belém para a construção da fábrica por conta do fator logística e pela previsão de crescimento de demanda por latas dada a maior da renda dos consumidores nesta região.
Além disto, a empresa investe no norte do país como uma estratégia de negócio dada à sua concorrente estar localizada na mesma região e por apresentar as maiores taxas de crescimento do país.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Alumínio: Nova fábrica brasileira de alumínio
Com o aporte serão produzidas mais de 1 bilhão de latas por ano, com o objetivo de que a produção seja duplicada em 24 meses. A nova fábrica será abastecida de tampinhas para as latas pela unidade produtiva de São Paulo e Sergipe. A escolha pelo Pará se deu em virtude do fato de que o Estado atende aos requisitos logísticos necessários para a implantação da nova fábrica. O interesse se dá em decorrência da região Norte ter a necessidade de um fornecedor local de latas de alumínio próximo aos clientes além do desenvolvimento observado nesta região do país.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Alumínio: Novelis, investimento de US$ 300 milhões no Brasil
A empresa comunicou outro investimento, no valor de US$ 15 milhões, destinados à ampliação da capacidade de reciclagem de latas de alumínio em mais 50 mil toneladas por ano. Dessa forma, a fábrica do Vale do Paraíba reciclará 200 mil toneladas.
A indústria do setor de alumínio tem realizado investimentos para assegurar e suportar o aumento do consumo do alumínio nos próximos anos, não perdendo competitividade para o mercado internacional.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Alumínio: Investimentos na indústria nacional
A capacidade da indústria de alumínio não possui indícios de crescimento para curto e médio prazos e caso isso se mantenha o Brasil necessitará importar alumínio, pois, além da contínua demanda pelos produtos desse segmento, o alto custo da energia elétrica faz com que o produto nacional perca competitividade quando comparado com o internacional. Além disso, a indústria brasileira enfrenta os desafios burocráticos, deficiências da política ambiental e a carga tributária como um fator de desestímulo ao investimento no aumento da capacidade de produção do setor.
Com a indústria nacional de alumínio, puxada pelo crescimento da demanda interna e sob o receio de que o país importe alumínio primário, o setor passará a investir em inovação tecnológicas, em seu parque fabril e no desenvolvimento de novos produtos para atender a demanda crescente do metal em diferentes áreas.