Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Embalagens: Mudanças no estilo de consumo do brasileiro chama atenção para a indústria de embalagens
Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Embalagens: Acordo setorial histórico abre novos caminhos para a logística reversa de embalagens
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Embalagens: Embalagens ajudam a combater o desperdício
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Embalagens: Saint-Gobain investe R$ 230 milhões na Verallia
O grupo Saint-Gobain, concentrada na empresa Verallia, anunciou investimento de R$ 230 milhões neste segmento em uma fábrica em Sergipe. A nova fábrica da Verallia será erguida no município de Estância, a 70 km de Aracaju e deve ser inaugurada no segundo semestre de 2015.
A unidade terá capacidade para processar 77 mil toneladas de vidro por ano, com o objetivo de firmar presença na região Nordeste. A idéia do grupo é buscar oportunidades de produção de embalagens em segmentos que ganharam importância na região, como é o caso da produção de vinhos no Vale do São Francisco e do leite de coco, que tem em Alagoas uma das principais fabricantes do país.
A produção industrial de embalagens encerrou o primeiro semestre deste ano com alta de 2,66% na comparação com o mesmo período de 2012, segundo dados divulgados pela Abre (Associação Brasileira de Embalagem). O segmento de embalagens de vidro vem apresentando crescimento consistente ao longo de 2013, sendo bastante utilizado para os bens de consumo não duráveis, como produtos químicos, alimentos e bebidas.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Embalagens: Entrada da International Paper no segmento de embalagens no Brasil
A International Paper atua no país desde 2010 e é a terceira maior fornecedora local, com produção de 365 mil toneladas ao ano nas três fábricas de papel e celulose que opera no país. Por sua vez, a Jari Celulose Papel e Embalagens pertence ao grupo Orsa, operando no país três fábricas de papelão para embalagens e quatro unidades de produção de caixas de papelão ondulado. Pelos termos, a Jari vai transferir estas fábricas à nova empresa, além da sua carteira de clientes, que conta com cerca de 400 nomes.
O setor de embalagens é atualmente dominado por poucas e grandes empresas, como Klabin e MeadWestvaco. A joint venture aumentará a concorrência no segmento, sinalizando que o mercado nacional de papéis, sobretudo para uso em embalagens voltou a atrair atenção e investimentos de grandes empresas.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Embalagens: Tetra Park investe para aumentar a produção em 45%
A Tetra Park, líder no mercado brasileiro de embalagens cartonadas, anunciou investimento de R$ 200 milhões para expandir a capacidade produtiva em 45% até 2015.
Com isso, a produção de embalagens cartonadas (longa vida) da unidade de Ponta Grossa (PR) passará a produzir aproximadamente 14 bilhões de embalagens por ano. Esta expansão visa atender a crescente demanda por embalagens para sucos à base de frutas, soja ou cereais, além de atender seu principal mercado embalagens para leite longa vida. Outro setor que possui uma demanda por embalagens cartonadas são de alimentos sólidos como por exemplo, a ervilha, o milho e o feijão pronto.
O objetivo é consolidar sua liderança no Brasil apresentando um crescimento médio de 7% ao ano até 2020. Hoje o Brasil responde por 18% do faturamento global da empresa, o que representa o segundo maior mercado, atrás apenas da China.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Embalagens: Novelis investe US$ 50 milhões
A Novelis do grupo Adytia Birla, transformadora de alumínio, anunciou investimento de US$ 50 milhões para internalizar o processo de revestimento de chapas para tampas de latinhas na fabrica de Pindamonhangaba (SP).
A empresa também pretende aumentar a participação de alumínio reciclado na produção, com isso no final de 2010, a empresa fechou a fabrica de alumínio primário em Aratu (BA) e no mês passado anunciou investimento de US$ 32 milhões para expandir a capacidade de reciclagem nesta mesma unidade com a finalidade de reduzir a dependência em relação ao alumínio primário, além da vantagem que o alumínio pode ser reciclado infinitamente.
Estes movimentos são estratégicos, pois 80% do alumínio da unidade de Pindamonhangaba (SP) são destinados a atender a fabricação de latas para bebidas (cervejas, refrigerantes e sucos). Com o investimento a empresa reduzirá o custo da terceirização deste processo, além de atender a crescente demanda por estes produtos que será fortemente afetada a partir de 2014 devido aos eventos esportivos mundiais.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Embalagens: Grupo Wheaton de embalagens de vidros compra Plastclean design de vidros
O grupo Wheaton, fabricante de embalagens de vidros, anunciou a compra da Plastclean design em vidros por R$ 25 milhões. Com isso a fabricante verticaliza parte de seu processo, em especifico a decoração das embalagens. A capacidade de decoração de embalagens da Plastclean é de 3,5 milhões de unidades e a empresa espera faturar R$ 10 milhões em 2012.
A Plastclean atua principalmente no segmento de decoração de embalagens em vidro para cosméticos e perfumes. Em julho, após a aquisição, ela entrou no mercado de bebidas. A entrada no mercado de embalagens para bebidas é estratégica, por conter mais empresas e assim ter grandes chances de conquistar mais clientes.
A diversificação dos produtos por meio da embalagem é uma tendência do mercado, pois tem baixo custo, além de agregar valor ao produto e atrair clientes. Está estratégia é utilizada principalmente pelo setor de cosméticos e perfume, mas também é crescente o uso desta pelo setor de bebidas, por meio das garrafas de edição limitada e premium.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Embalagens: Crown planeja investir no Paraná
Somando a capacidade da nova fábrica às outras duas plantas – A unidade de Estância (SE) tem capacidade de produção de 1 bilhão de latas; a unidade de Cabreúva (SP), 2,5 bilhões – a Crown produzirá 4,5 bilhões de latas no fim de 2012.
Empresa, parceria da Crown Holdings com a distribuidora de combustíveis, Petropar, deve auferir, em 2009, uma receita de US$ 250 milhões fruto de uma expansão de 9% no mercado de latas; segundo informações divulgadas pelo seu próprio presidente.
Apesar da produção de embalagens metálicas, de acordo com o IBGE, ter caído 9,9% no ano de 2009, a empresa demonstra boas perspectivas para a produção e demanda futura . Nesse ponto, a construção de uma nova fábrica no sul do país será um forte elemento para a integração logística, podendo atender, principalmente, o mercado de cerveja da região com custos reduzidos.
A tendência de desvalorização cambial também será um elemento importante no ano de 2010, uma vez que o principal insumo, alumínio, é cotado em dólar.
Os recursos para a empreitada virão, majoritariamente, do próprio caixa da empresa e o restante – 30%, aproximadamente – virá por meio de financiamentos.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Embalagens : Crown planeja aumentar a produção em 2011.
Embora a localização da nova planta ainda não tenha sido confirmada, a Crown deve aproveitar a consolidação das mudanças no padrão de consumo da população, que teve sua renda real acrescida e passou a direcionar o consumo da bebidas para dentro de casa, pontos positivos para o crescimento da venda de cervejas, principal demandante da Crown.
O alto índice de reciclagem da lata de alumínio e seu apelo ecológico, fator de crescente importância, são elementos que convergem para a perspectiva de maior consumo desse tipo de embalagem. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o mercado de latas de alumínio pode crescer em torno de 15% sobre 2008, mesmo com o restante da indústria de embalagens enfrentando queda na demanda, principalmente em decorrência da queda na produção industrial do primeiro semestre. Quanto ao consumo de cerveja, este vem crescendo a uma média de 5,7% nos últimos quatro anos e o número tende a aumentar, principalmente quando se leva em conta a realização da Copa do Mundo em 2014. Assim sendo, a ampliação da capacidade produtiva da Crown, em 2011, será um ponto benéfico para suprir a demanda futura.
