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segunda-feira, 13 de março de 2017

Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumaria – Pesquisa revela importância atribuida pelos consumidores aos produtos de beleza

 https://www.lafis.com.br/lafisinstitucional/relatorio-analise-setorial/Cosmeticos-e-Higiene-Pessoal.asp


Em pesquisa recente do SPC Brasil em parceria com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas em todo o Brasil, foi observado que o brasileiro valoriza bastante os cuidados com a beleza e higiene pessoal. De acordo com os resultados, 7 em cada 10 pessoas acreditam que as despesas com artigos de beleza são essenciais e não luxo.

Os dados mostram que, independente do poder aquisitivo, o brasileiro valoriza muito a questão da “beleza” e os impactos que ela pode ter na vida. Para se ter ideia, em média 53% concordam que pessoas bonitas tem maiores chances de obter boas oportunidades na vida. Além disso, 75% acreditam que pessoas bem cuidadas aparentam ser profissionais melhores. De modo geral, os resultados apontaram que boa aparência tem maior impacto no sucesso profissional de uma pessoa (32,1% da população concordam com isso) do que a própria inteligência (28,9%) ou disciplina (23,4%).

Diante desses resultados, a perspectiva para o setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC) são promissoras, uma vez que mais da metade da população brasileira (57,4%) diz acreditar no poder dos produtos do setor para modificar ou melhorar a aparência das pessoas. Cabe as empresas do segmento alinharem-se com tais expectativas e reavaliar seus modelos de negócios, visando redução de custos – para acompanhar as modificações no perfil de compra causadas pela crise econômica em que o país se encontra – e buscar uma nova dinâmica de mercado focada nas necessidades do consumidor no curto e longo prazo.

Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Cosméticos e Perfumaria: Setor de perfumaria mantém sua posição de essencial entre os brasileiros


De acordo com uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), mais de 65% da população brasileira considera que cuidar da aparência é uma questão de necessidade e não só de luxo. Isso aponta a tendência do mercado brasileiro de produtos higiene pessoal, cosméticos e perfumaria, que tem apresentado taxas médias de crescimento de dois dígitos nos últimos anos. 

Entretanto, alguns setores vêm se destacando mais que outros. É o caso dos produtos naturais, que tem o apelo da sustentabilidade – cerca de 89% dos brasileiros se preocupam com a adoção pelas empresas de materiais primas menos agressivas ao meio ambiente – do melhor desempenho de materiais orgânicos e também da capacidade que os mesmos tem em estimular o pequeno produtor que fornece a matéria-prima para as grandes indústrias. 

Outra tendência – não muito boa para a indústria do setor – a produção artesanal de produtos cosméticos e perfumaria. Consumidores atentos aos costumes locais e ao conhecimento de ervas e essências passado pelas gerações entre os familiares estão elaborando suas próprias receitas, aproveitando a grande biodiversidade existente no Brasil. É claro que tal hábito/produção é feita em níveis caseiros, não influenciando sobremaneira a demanda de mercado. Contudo, tal prática, se ganhar espaço entre os consumidores, pode ser perigo para as empresas do setor, que terão que inovar para justificar sua posição perante as produções artesanais.

Analista Responsável: Robson Poleto


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Cosméticos e Perfumaria: Setor de cosméticos e perfumaria mantém fôlego mesmo na crise


O mercado de produtos de beleza tem se apresentado como um dos mais promissores na economia brasileira desde o início dos anos 2000. Isso se comprova pelo crescimento anual médio do faturamento do setor, que desde 2001 se mantém próximo 10%. O número de Microempreendedores Individuais (MEI’s) formalizados nos mais diversos segmentos (clínicas de estética, salões de beleza, etc.) é um exemplo desse crescimento, somando 482 mil empreendedores no setor em 2015 – mais de 6 vezes a quantidade registrada em 2010.

Em comparação ao mercado mundial o Brasil também se destaca, com crescimento médio de 12,4% ao ano no PIB setorial entre 2008 e 2012 (contra 4,1% no resto do mundo). Entre os segmentos que despontam esta o mercado de esmaltes, onde o país é o segundo maior no ranking mundial para unhas decoradas ou prontas,atrás apenas dos Estados Unidos. Com isso, grandes marcas mundiais estão se instalando no Brasil para aproveitar esse nicho de mercado em franca expansão – atualmente são mais de 50 marcas de esmalte atuando no País.

Além desses números, o mercado de perfumaria e cosméticos para homens também é outro grande atrativo. Diante do avanço contínuo das vendas de produtos dedicados ao público masculino, as grandes fabricantes do setor estão investindo alto em P&D, buscando se diferenciar no mercado e atender as diferentes demandas – produtos para cabelo, barba, hidratantes, entre outros. Estas são algumas tendências que devem permanecer no curto e médio prazo, colaborando para que o segmento de perfumaria e cosméticos mantenha seu nível de crescimento na casa dos dois dígitos.

Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto


terça-feira, 13 de setembro de 2016

Higiene Pessoal e Cosméticos: Mercado masculino se mantém em alta no setor HPPC



De acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto Qualibest, encomendada pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), o segmento de produtos masculinos esta amadurecendo rapidamente no Brasil – o país já é o segundo no ranking mundial de consumo neste segmento, atrás apenas dos Estados Unidos.

Cerca de 54% dos homens entrevistados na pesquisa afirmam frequentar regularmente barbearias e salões de beleza, sendo que 43% da amostra se autodenomina “supervaidoso”. Isso se reflete na taxa de crescimento do segmento: 16% na média dos últimos cinco anos. Em 2015 cresceu 2,4%, faturando mais de R$ 21 milhões em um ano em que o setor como um todo apresentou dificuldades com a retração do consumo familiar brasileiro.

E não para por aí. As perspectivas para o mercado masculino são boas, principalmente pela cobrança cada vez maior dos consumidores em termos de maior variedade e qualidade dos produtos ofertados. De acordo com João Carlos Basilio, presidente da ABIHPEC, isso incentiva as empresas do setor a investir no desenvolvimento e expansão do portfólio, visando atender um nicho de mercado exigente e com potencial de consumo tão bom quanto o feminino.

Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Cosméticos e Higiene Pessoal: Indústria da beleza investe no público infanto-juvenil



A indústria nacional de produtos de beleza, cosméticos e de higiene pessoal continua a expandir sua presença na vida dos brasileiros – lembrando que já somos o segundo maior mercado consumidor mundial em termos de volume de consumo. O público infantil é o novo alvo a ser conquistado, apostando em produtos fabricados com insumos específicos para atender os cuidados distintos exigidos pelos pais. Isso vai de encontro à importância que o brasileiro dá aos cuidados com a beleza, mostrando que não se trata de luxo.

De acordo com um levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mais de 65% das pessoas consideram que cuidar da imagem não é supérfluo, mas uma necessidade. Entre os fatores decisivos na hora da compra, 58% indicam o preço como o mais importante, sendo que características como cheiro exercem um grande apelo à qualidade atribuída aos produtos.

Para o mercado infantil, a proposta é substituir matérias primas agressivas à saúde dos pequenos, como derivados de petróleo e sintéticos, altamente alergênicos. Isso abre o campo para as vendas de cosméticos orgânicos e naturais, baseados na variedade de insumos que a fauna brasileira oferece. Além disso, o investimento em embalagem também é essencial, não só para atrair a atenção do público infanto-juvenil, como também para fornecer informações importantes para os pais, como composição e possíveis advertências.

Esse esforço do setor de cosméticos, perfumaria e higiene pessoal é um sinal do promissor potencial que reside no mercado brasileiro. Isso porque o público, tanto feminino quanto masculino, está cada vez mais preocupado com a imagem, e a tendência é de investir ainda mais conforme houver melhora na renda. E é claro que esta preocupação é passada de pai para filho, o que garante uma perspectiva positiva para o futuro da indústria da beleza no Brasil.

Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto 

terça-feira, 28 de junho de 2016

Cosméticos: Consumo de produtos relacionados a cuidados pessoais e beleza resistem a queda da renda


As vendas de produtos de beleza e higiene pessoal para o público feminino continuam em alta mesmo com a crise econômica. Dados da pesquisa Beauty Plan 2016, elaborada pela Glambox, mostram que mais de 60% das mulheres gastaram entre R$50 e R$200 em produtos do setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC) em 2015, e cerca de 50% afirmam que pretendem manter esse nível de gasto em 2016.

A pesquisa revelou que mesmo com a queda na renda, agravamento do desemprego e perspectivas não tão boas para o curto prazo, mais de 83% das mulheres não pretendem reduzir gastos com produtos de higiene básica, como shampoo, condicionadores. Até mesmo produtos de beleza, como antirrugas e vitamínicos, foram apontados por 58% delas como essenciais e fora da lista de cortes.

Esses dados são um indicativo importante para a indústria de HPPC, pois ajudam a direcionar o esforço de vendas para segmentos específicos e com melhor perspectiva de saída. Em paralelo, pesquisas realizadas nos Estados Unidos mostram a importância dos supermercados como canal de vendas, devido a grande movimentação de pessoas e, em períodos de crise, se destacar como o principal ponto de venda para as famílias.

Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Cosméticos e Higiene Pessoal: “Efeito Batom” não resiste à crise e setor tem queda de 6% em 2015



A queda na renda das famílias, somada às perspectivas negativas para a economia brasileira no curto prazo, foi capaz de sobrepor até mesmo o famoso efeito batom do setor de cosméticos, perfumaria e higiene pessoal em 2015.

Pela primeira vez em mais de duas décadas, o setor fechou 2015 com retração de 6% nas vendas em relação a 2014. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosmético (Abihpec), as vendas de produtos do setor somaram R$ 42,7 bilhões no ano passado. Para 2016 é esperada nova retração, estimulada pelo aumento da alíquota de ICMS em 17 estados e também pela manutenção da conjuntura econômica deprimida. A expectativa é que haja aumento de preços na ordem de 5% a 16% devido à nova tributação.

Em períodos de crise, especialistas dizem que os consumidores encontram nos produtos de beleza e cosméticos em geral uma maneira de levantar a autoestima, combatendo o sentimento depressivo que assola os consumidores em anos de recessão econômica. A isso, dá-se o nome de “efeito batom”, que possibilitou que o setor de cosméticos e higiene pessoal não apresentasse crescimento negativo nos últimos 23 anos. 

Analista Responsável: Robson Poleto

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Cosméticos e Higiene Pessoal: Os homens estão ajudando a movimentar a indústria da beleza


Agora é oficial, os homens estão tomando seu espaço no mundo dos cosméticos e perfumaria. Os tradicionais desodorantes e perfumes, agora tem companhia de cremes hidratantes, sabonetes especiais, loções pós-barba e até mesmo maquiagens e corretivos na cesta de consumo do público masculino. 

No século XXI, o que antes era tido como tabu, hoje é visto com bons olhos pelo homem moderno. A demanda de produtos especializados de higiene e beleza para os homens tem apresentado um forte crescimento no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o mercado de produtos masculinos já representa cerca de 37% do setor, com crescimento anual médio de 10% nos últimos anos. 

Cuidar da pele e da beleza não é só questão de estética, mas também de saúde. Os homens em geral estão mais sensíveis a questões como excesso de oleosidade, proteção contra raios UV, bem como correção de manchas e sinais na pele. Diante disto, as empresas do segmento estão apostando em linhas específicas, adaptadas às exigências do público masculino, não só em termos de produto, mas também em outros aspectos como embalagem e marketing. 

Tudo leva a crer que o público masculino entrou de vez na mira da indústria de cosméticos - e chegou para ficar! Aos adeptos do velho jargão popular de que “cosmético é coisa de mulher”, fica a dica: é melhor rever seus conceitos.

Analista Responsável pelo Setor: Robson Poleto


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Cosméticos e Higiene Pessoal: Setor de cosméticos surpreende e cresce em meio à crise econômica


Quando se pensa em crise econômica, logo vem à cabeça termos como “queda nas vendas”, “redução na margem de lucro”, “demissões” e assim por diante. Entretanto, alguns setores se mostram indiferentes ao meio e demonstram que é possível aproveitar o melhor de qualquer situação. É o caso do setor de cosméticos e higiene pessoal, que em plena turbulência econômica apresenta crescimento acima da média de mercado.

Segundo dados da pesquisa Beauty Fair, realizada pela Nielsen, os produtos de higiene e beleza apresentaram um crescimento acumulado 7,5% no primeiro semestre de 2015, ante a média de 6,5% das demais cestas de produtos no período.  A pesquisa justifica que esse impulso é gerado justamente pelo efeito psicológico que as crises têm sobre as pessoas. “Os produtos do setor tem um apelo emocional que ajuda a preservar a autoestima dos brasileiros em cenários de crise”, comenta Cesar Tsukuda, superintendente da Beauty Fair. 

Este movimento é chamado de “efeito batom”, no qual em momentos de crise as pessoas tendem a manter ou aumentar seus gastos com produtos relacionados à beleza e higiene pessoal. Há décadas a indústria da beleza se beneficia deste comportamento e resiste às quedas na economia. Em 2015, apesar do recuo de 2,5% de janeiro a abril – o primeiro em 23 anos – o setor mostrou novamente sua resiliência e fechou o semestre com o quarto melhor desempenho, atrás apenas dos setores de limpeza, perecíveis e bebidas alcoólicas. Os hiper e supermercados foram os principais canais de comercialização dos produtos de beleza, responsáveis por 8,9% das vendas.

Este desempenho acima da média no setor de higiene e cosméticos mostra que nem sempre as crises veem para derrubar os resultados. De acordo com o foco do empresariado e o perfil da demanda, existem maneiras de transformar a “maré de azar” em “bons ventos”. 

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos: Natura é a marca de cosméticos mais valiosa da América Latina


O ranking Brand Finance Cosmetics 50 divulgou as marcas mais valiosas de cosméticos de 2014. A Natura, multinacional brasileira de produtos de higiene pessoal e beleza, figura-se como a marca de cosméticos mais valiosa da América Latina. No ranking geral, a empresa ficou na 14ª posição, subindo três posições em relação ao ano anterior, quando ocupava o 17ª lugar. A Natura é a única empresa latino-americana a estar na lista composta por 50 marcas. Em 2014, a valorização da marca foi da ordem de 31% em relação ao ano anterior, passando a ser avaliada no valor de US$ 3,2 bilhões. Por sua vez, o ranking geral (considerando todas as cinquenta empresas) valorizou-se 13% em 2014 em relação ao ano anterior, o que demonstra uma valorização bem acima da média no caso da empresa brasileira. Nas primeiras posições encontram-se, em ordem decrescente, as empresas L’oréal, Gillette, Dove, Pantene e Nivea.

A Natura faz parte do segmento de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, que vem se destacando nos últimos anos em termos de desempenho no mercado brasileiro e internacional. O setor ganha cada vez mais importância e, mesmo apresentando dificuldades para o ano de 2015, ainda possui boas perspectivas de crescimento para esse ano e os próximos.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos: Setor cresce 11% em relação ao ano anterior.


Foi divulgado o resultado do setor de HPPC do ano de 2014. Os fabricantes de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos ampliaram o faturamento no ano passado em 11%, chegando a        R$ 101,7 bilhões. O dado revela um forte crescimento da categoria, dada a conjuntura adversa da economia brasileira. Entretanto, já há sinais de leve desaceleração, uma vez que o crescimento dos dois anos anteriores foi na ordem de 15,6% e 11,8% em 2012 e 2013, respectivamente.

 A associação do setor, Abihpec, revela ainda que não há uma perspectiva de vendas definida para 2015, uma vez que o momento na economia é de grande volatilidade. Dada a conjuntura de maior pressão inflacionária, deterioração do mercado de trabalho e uma menor disponibilidade da renda para o consumo, o setor investe na estratégia de promover embalagens menores, para estampar um preço mais apetecível aos olhos do consumidor. Em adicional, não há expectativas definidas de investimento para ampliar a capacidade produtiva nesse ano. A Abihpec lembra que, em 2014, foram inauguradas quatro fábricas de grande porte ­ da Boticário, na Bahia, da Natura, no Pará, da Unilever, em São Paulo, e da Procter & Gamble, no Rio de Janeiro. Os investimentos anuais do setor têm ficado entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,9 bilhão.

Apesar das dificuldades, entre elas a equiparação da tributação da indústria com os agentes distribuidores, medida adotada pelo governo Federal que ocasionará no aumento de preço de alguns itens do setor, e já a alta tributação de alguns produtos, ainda existem boas perspectivas de crescimento, com base, principalmente, pelo fato dos produtos do setor de cosméticos possuírem um apelo emocional, os quais auxiliam a preservar a auto-estima de seus consumidores, fazendo com que seu consumo acabe por ser preservado, mesmo em cenários de piora da economia. Além disso, produtos de higiene pessoal tendem a apresentar em menor grau de queda nas vendas, dado o seu caráter essencial. Ademais, o mix de produtos oferecido, com grande variedade de produtos e nichos de mercado, favorece o setor a ser menos afetado pela conjuntura econômica, apesar dela já ter demonstrado impacto no segmento.      


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Cosméticos: Imposto sobre cosméticos não mudará, diz Abihpec


A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) afirmou que não há qualquer estudo no governo para aumentar a arrecadação de impostos do setor em 2014. A proposta, criada anteriormente, foi suspensa pelo governo em março, porém, na primeira semana de dezembro vinculou-se na mídia que o governo retomaria a proposta e estenderia às distribuidoras de cosméticos a cobrança do PIS/Cofins, a qual, no momento, é restrita apenas às fabricantes. Apesar do aumento do tributo não ocorrer em 2014, não há garantias que o assunto não seja retomado no próximo ano, mas, segundo o governo, o setor será consultado antes da decisão. 

Caso ocorra aumento da tributação sobre os cosméticos, o imposto será cobrado não apenas dos fabricantes, mas também das distribuidoras de produtos cosméticos. Um aumento na tributação poderá provocar um movimento de alta nos preços destes produtos, já que afetará dois elos da cadeia, ou seja, a produtiva e a distributiva. Tal movimento poderá ocasionar uma alta nos preços dos produtos do segmento, o que por consequência, poderá afetar a demanda de mercado de cosméticos.


Entretanto, é importante destacar que os produtos do setor de cosméticos possuem um apelo emocional, os quais auxiliam a preservar a auto-estima de seus consumidores, fazendo com que seu consumo tende a ser preservado mesmo em cenários de piora da economia, o que não afetará drasticamente o consumo por esses produtos. Porém, destaca-se que há uma variedade de produtos do setor, principalmente os de maior valor agregado, que são importados. Uma vez que empresas de cosméticos nacionais tenham que aumentar o preço de seus produtos, dado o aumento da tributação, os bens importados tenderão a ficar relativamente mais baratos, quando comparados com os fabricados internamente, e poderá haver uma substituição de produtos nacionais por importados, afetando desse modo as empresas brasileiras do setor.   

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Cosméticos e Higiene Pessoal, Produtos Limpeza Doméstica: Unilever investirá R$ 1,65 bilhão nos próximos três anos.

http://www.lafis.com.br/lafisinstitucional/relatorio-analise-setorial/Cosmeticos-e-Higiene-Pessoal.asp


A Unilever anunciou que vai ampliar os investimentos que faz anualmente no Brasil e vai alocar cerca de € 500 milhões (o equivalente a R$ 1,65 bilhão) nos próximos três anos. O investimento será aplicado em uma nova fábrica no estado de Minas Gerais e na expansão da capacidade produtiva da empresa no país, em especial, de desodorantes, detergentes líquidos e sorvetes.

A empresa tem como meta expandir suas vendas para o consumidor brasileiro, apostando justamente na ampliação da classe média. A primeira fábrica nesse projeto de expansão já começou a ser erguida, em Aguaí (SP), com previsão para ser concluída em 2015. Atualmente, a Unilever conta com nove fábricas no país.

Os investimentos vêm em linha com os bons resultados observados no setor de consumo brasileiro, em especial no segmento de higiene pessoal e limpeza, tendo como principais fatores o maior acesso das classes C, D e E aos produtos do setor e a participação crescente da mulher no mercado de trabalho. Outro ponto favorável diz respeito à inserção de novos consumidores nesse mercado, como o público masculino, que vem aprimorando seu consumo .

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Cosméticos e Higiene Pessoal Comércio Varejista: Investimentos da Mary Kay podem chegar a R$ 118 milhões.

http://www.lafis.com.br/lafisinstitucional/relatorio-analise-setorial/Cosmeticos-e-Higiene-Pessoal.asp


A marca de cosméticos de venda direta, Mary Kay, planeja investir até R$ 118 milhões nos próximos cinco anos. Os investimentos serão direcionados para a abertura de cinco centros de distribuição em diferentes Estados do Brasil.

Atualmente, a Mary Kay concentra três unidades em um armazém logístico em São Paulo, mas devido à distância e às diferenças nas condições climáticas entre os Estados, a empresa pretende se descentralizar. A marca americana está presente em todo o território nacional, com forte participação em cidades do interior das regiões Sudeste, Nordeste e Sul.

O Brasil se constitui como o terceiro maior mercado de cosméticos do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e Japão. A venda direta é o principal canal de comercialização desse setor e atrai cada vez mais revendedores, que ingressam nesse mercado principalmente pela necessidade de complementar o orçamento familiar.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Cosméticos e Higiene Pessoal: O Boticário anuncia investimentos na Bahia.



O grupo Boticário anunciou a construção de sua segunda fábrica no Brasil, no município de Camaçari, na Bahia. Além da inauguração da fábrica em 2014, o grupo também vai abrir um centro de distribuição (CD) em São Gonçalo dos Campos, na região de Feira de Santana (BA). Os aportes investidos nesses dois empreendimentos somam R$ 535 milhões, sendo que destes, R$ 380 milhões serão investidos no polo industrial de Camaçari e R$ 155 milhões no CD.

A Bahia foi escolhida para receber os investimentos pelo fato de ser um estado estratégico para o escoamento dos produtos das marcas O Boticário e Eudora para os estados das regiões Norte e Nordeste, que ainda possuem grande potencial de crescimento do consumo de cosméticos e higiene pessoal. O Boticário espera que sejam gerados cerca de 700 empregos diretos e 100 indiretos na região, empregando principalmente mão de obra local.

Os investimentos vêm em linha com os bons resultados observados no setor, que segundo a ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) registrou crescimento relevante de 15,6% em 2012 frente a 2011. Esses resultados positivos têm como principais fatores o aumento da demanda interna proporcionada pela melhoria do poder aquisitivo da população, além da inserção de novos consumidores neste mercado, com destaque para o público masculino.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Cosméticos e Higiene Pessoal Produtos de Limpeza Doméstica: Unilever anuncia construção de nova fábrica em Aguaí (SP)


A Unilever anunciou a construção de sua 10ª fábrica no Brasil, na cidade de Aguaí, no interior de São Paulo. A previsão inicial é de que a fábrica comece suas operações em 2015. No entanto, a companhia não informou quais serão os itens produzidos no local, nem os detalhes acerca do valor investido nesta fábrica em específico.

A companhia, que já tem alguns investimentos em andamento, pretende continuar investindo por ano cerca de R$ 2 milhões em suas marcas; R$ 500 milhões em produção e distribuição; e mais do que o investido nas operações anteriores, em novas fábricas e outros itens. Os investimentos vêm em linha com os bons resultados observados no setor de consumo brasileiro, em especial no segmento de higiene pessoal e limpeza.

Segundo a ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), o setor de cosméticos e higiene pessoal obteve crescimento relevante de 15,6% em 2012 frente a 2011. Já o setor de produtos de limpeza doméstica cresceu 3,5% na mesma base de comparação, segundo a Abipla, entidade setorial responsável. Esses resultados positivos têm como principais fatores o maior acesso das classes C, D e E aos produtos do setor e a participação crescente da mulher no mercado de trabalho.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Cosméticos: Grupo Boticário investe em nova marca


O Grupo Boticário (Boticário, Eudora e Quem disse, Berenice?) anunciou investimento de R$ 115 milhões para atender a demanda da nova linha "Quem disse, Berenice?".

Com estas ações a empresa poderá aumentar a produção e desenvolver novos produtos. Dos R$ 115 milhões, R$ 85 milhões serão para ampliação industrial (ampliação de fábrica, depósito e equipamentos logísticos), além de R$ 30 milhões aplicados na construção de um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em São José dos Pinhais (PR). Além disto, haverá desenvolvimento de novos produtos e duplicação da linha de maquiagem.

O mercado de cosméticos nacional é o terceiro no mundo, porém o que apresenta o maior crescimento. Diversas empresas multinacionais ainda não entraram neste mercado, com isso as empresas que atuam no mercado buscam maior participação e posicionamento das marcas.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Cosméticos: Grupo Boticário investe em nova marca


O Grupo Boticário (Boticário, Eudora e Quem disse, Berenice?) anunciou investimento de R$ 115 milhões para atender a demanda da nova linha "Quem disse, Berenice?".

Com estas ações a empresa poderá aumentar a produção e desenvolver novos produtos. Dos R$ 115 milhões, R$ 85 milhões serão para ampliação industrial (ampliação de fábrica, depósito e equipamentos logísticos), além de R$ 30 milhões aplicados na construção de um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em São José dos Pinhais (PR). Além disto, haverá desenvolvimento de novos produtos e duplicação da linha de maquiagem.

O mercado de cosméticos nacional é o terceiro no mundo, porém o que apresenta o maior crescimento. Diversas empresas multinacionais ainda não entraram neste mercado, com isso as empresas que atuam no mercado buscam maior participação e posicionamento das marcas.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Cosméticos: Kimberly-Clark e Procter & Gamble investem R$ 20 milhões


As empresas Kimberly-Clark e Procter & Gamble de higiene e beleza investirão, em 2012, R$ 20 milhões na reformulação dos absorventes higiênicos.

Com o investimentos as empresas esperam recuperar parte das vendas de absorventes, que apresentou redução em 2011, devido à guerra de preços, com promoções  do tipo  "pague 8 e leve 10". Os R$ 20 milhões serão utilizados para a produção de produtos com maior valor agregado via de mudanças na embalagens e relançamento de marcas (no caso da P&G relançará a marca Always).

Como absorvente higiênico, é um produto com alta penetração nos lares e pouca variação nas vendas, devido ele ser um produto necessário a população feminina, além de buscar recuperar as vendas da categoria, as empresas realizam estas reformulações com o objetivo de aumentar participação no mercado e vender produtos com maior valor agregado, para assim aumentar suas receitas de vendas.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Cosméticos: Belcorp investirá US$ 200 milhões


A empresa peruana de venda direta de cosméticos Belcorp irá investir até 2015 US$ 200 milhões na operação brasileira para a construção de um centro de distribuição e uma fábrica, com o objetivo de alcançar um faturamento de R$ 400 milhões e ter 200 mil consultores.

A empresa é a terceira maior da América Latina em seu segmento, sendo líder na Colômbia e no Peru, com faturamento de US$ 1,6 bilhões no ano de 2011, o que representa um crescimento de 24% no ano. No Brasil, ela  iniciou as operações em outubro de 2011 e já está presente em todas as capitais brasileiras e com 50 mil consultores.

O setor de cosméticos no interno frequentemente vem recebendo investimentos, pois é o País onde o segmento mais cresce, além de ser o terceiro mercado mundial. O forte crescimento do setor é impactado  pelo aumento do número de mulheres no mercado de trabalho, pelo aumento da renda da população que passam a consumir novos ou maiores quantidades de bens considerados supérfluos.