segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Veículos Pesados/Veículos Leves/Autopeças/Pneus: Acordos automotivos com países da América Latina apontam uma expansão das exportações do setor automotivo em 2016
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Pneus: Na contramão das montadoras, Pirelli Pneus anuncia investimentos
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Pneus: Sumitomo investirá no Brasil, aproveitando o bom momento do setor automobilístico
Com foco na crescente demanda interna por automóveis, a Sumitomo Rubber, fabricante de pneus do grupo japonês Sumitomo, anunciou investimento de R$ 560 milhões na construção de sua fábrica no município de Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba. A companhia que outrora atuava no país por meio de importadoras, chegou com o objetivo de conquistar 10% do mercado.
A empresa estima que a nova fábrica, a primeira fora do continente asiático, entre em operação no segundo trimestre de 2013 realizando testes iniciais nos pneus produzidos (ainda não comercializados) para que, a partir de outubro as atividades se iniciem com uma produção diária de 2 mil pneus até atingir a marca dos 15 mil por dia. Na nova unidade, serão produzidos duas marcas de pneus: a Dunlop, voltada aos carros de passeio, e a Falken usadas em carros importados. Além de atender ao mercado interno, a Sumitomo visa suprir a demanda das Américas do Sul e Central, mercados antes abastecidos pelas fábricas da Ásia.
A instalação da fabricante asiática na região metropolitana de Curitiba foi fomentada por incentivos fiscais do governo do Estado, por meio do programa Paraná Competitivo. Outro fator que pode ter influenciado a escolha por terras brasileiras se dá às boas perspectivas para o setor automobilístico de pneus, o qual, segundo a Lafis, deve apresentar crescimento nas vendas na ordem dos 5,4% e 6,5% em 2012 e 2013, respectivamente.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Veículos Leves, Autopeças e Pneus: Brasil responde a Argentina e barra suas importações
Após as fortes retrações das exportações à Argentina por conta do aumento das tarifas aos produtos brasileiros no início do ano, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior resolveu responder a atitude, colocando determinados produtos das importações brasileiras vindas da Argentina em licença não automática de liberação.
A medida atinge principalmente setores relacionados a importação de veículos acabados, autopeças e pneus, que já foram notificados antes mesmo da formalização da decisão. O Governo já havia enviado a Casa Rosada três avisos sobre a retenção dos produtos brasileiros nas alfândegas do país, porém ninguém se manifestou.
Segundo a OMC, o Brasil tem até 60 dias para liberar a entrada de produtos no País. O prazo poderá ser cumprido até o final ou até ser ultrapassado, dependendo da postura do Governo argentino.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Pneus: Bridgestone investirá US$ 250 milhões para ampliar capacidade de produção no país
Além da ampliação da produção, a Bridgestone também pretende aumentar a rede de revendedores de pneus para automóveis, que hoje é composta por 500 lojas, além disso, a empresa também ampliará o número de centros dedicados às vendas e aos serviços para veículos pesados, cujo total atualmente é de118 lojas e devem ser triplicados no período até 2014. Os investimentos refletem também a importância que o Brasil está ganhando perante as operações globais. A primeira iniciativa nessa direção foi tomada com a transferência do escritório regional dos EUA para São Paulo.
A estratégia da Bridgestone está em linha com as tendências observadas em toda cadeia produtiva do setor automobilístico, ou seja, a forte expansão dos investimentos visando uma manutenção do bom desempenho do setor no médio prazo. A produção de pneus, em 2010, deverá apresentar uma expansão de aproximadamente 12,5% em relação a 2009, portanto, este investimento é fundamental para que a Bridgestone não fique para trás de seus concorrentes, como é o caso da Michellin outra empresa do setor que ,em julho, apresentou um plano para investir cerca de US$ 100 milhões visando se aproveitar dos bons ventos que sopram sobre o setor.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Empresa gaúcha amplia produção de pneus no Brasil
Com esses investimentos, que serão finalizados em um período de dois a três anos, a empresa terá uma capacidade de produção de 7.100 pneus por dia. Além da ampliação em sua produção, estes novos investimentos deverão gerar algo em torno de 900 empregos diretos.
O setor de pneus, fortemente vinculado ao setor automobilístico, tende a crescer nos próximos anos, acompanhando os grandes investimentos das montadoras no Brasil, além das perspectivas de produção recorde de carros no país, o que irá incrementar a demanda por pneus no mercado brasileiro.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Pneus: Camex aprova medida anti-dumping contra os importados chineses
Foi aprovado dia 9 de setembro o pedido de ação anti-dumpig por parte da Anip (Associação Nacional da Indústria Pneumática) aos pneus chineses novos ingressantes no país. Foi identificado pela Camex (Câmara de Comércio Exterior) prática desleal de comércio do produto chinês, que chegava ao Brasil 30% mais barato que o equivalente nacional, assim, indústria já havia perdido 20% do mercado de pneus novos segundo acompanhamento da Anip.Foi determinado uma taxa específica de US$ 0,75 por quilo na importação de pneus para automóveis de passeio (das séries 65 e 70, aros 13" e 14", das bandas 165, 175 e 185). Atualmente, a taxa de importação é de 16% que será acrescida pela nova tributação nos cinco próximos anos. A medida não valerá para pneus importados diretamente pelas montadoras, para não conflitar com a redução do IPI para automóveis aplicada pelo governo.
A produção de pneumáticos encontra-se em recuperação, após a intenso recuo das atividades nos meses de novembro e dezembro de 2008. Com a retomada dos resultados da indústria automobilística brasileira, o setor de pneus procura defender a possibilidade de recuperar suas margens, deprimidas pela crise mundial. Com o ganho de força do discurso de defesa da indústria nacional em meio a recuperação econômica, o setor pretende conter a importante evolução do produto chinês, acelerada nos últimos cinco anos.