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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Química e Petroquímica/Termoplásticos: Cenário incerto da Petrobrás deverá prejudicar ainda mais o desenrolar do fornecimento de nafta


Com  o cenário incerto e os problemas políticos vividos pela Petrobrás, o impasse quanto à renovação do contrato de fornecimento da nafta (principal matéria-prima do setor petroquímico) deve se alongar  ainda mais nos próximos meses. O próprio presidente da Brasken, Carlos Fadigas, já admitiu que a substituição da equipe diretiva da Petrobrás irá impactar todas iniciativas importantes que a estatal está fazendo.

As duas empresas envolvidas, a Braskem e a Petrobrás vem travando, há mais de um ano, uma batalha comercial e de nervos que decidirá os termos de fornecimento deste insumo. Caso o contrato não se renove, há grande risco de que o fornecimento da matéria-prima seja comprometido impactando negativamente toda cadeia da indústria química e petroquímica.

O fato é que nenhuma das duas companhias quer ceder em relação as suas posições: a proposta da Braskem de manter estático o preço da nafta versus  a proposta da Petrobrás de elevar o preço da nafta para fortalecer seu caixa.


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Termoplásticos: Incertezas quanto ao fornecimento da nafta ao Brasil prejudica o setor de resinas termoplásticas


Ao que tudo indica o impasse quanto à renovação do contrato de fornecimento da nafta (principal matéria-prima para produção de resinas termoplásticas) ainda esta longe de ganhar um final definitivo. As duas empresas envolvidas, a Braskem e a Petrobrás vem travando, há mais de um ano, uma batalha comercial e de nervos que decidirá os termos de fornecimento deste insumo. Caso o contrato não se renove, há grande risco de que o fornecimento da matéria-prima seja comprometido impactando negativamente em toda cadeia da resina termoplástica.
O fato é que, o ambiente político vivido pela Petrobrás  e pelo setor de resinas termoplásticas não é dos melhores. A gigante petroleira está sendo alvo de diversas denúncias quanto à sua gestão e problemas de corrupção, já o setor termoplástico vem sofrendo com a falta de uma política coordenada que impeça a continuidade da enxurrada de resinas importadas que entram no País e competem de forma desigual com a produção nacional. Esta instabilidade, obviamente, transpassa para o ambiente econômico e afeta negativamente os resultados operacionais das companhias.

Assim, nenhuma das duas companhias quer ceder em relação as suas posições: a proposta da Braskem de manter estático o preço da nafta de foma a elevar a competitividade de setor termoplástico versus  a proposta da Petrobrás de elevar o preço da nafta para fortalecer seu caixa. 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Termoplásticos: Setor gaúcho busca elevar produtividade de sua produção


Mesmo com o mau resultado vivido pelo setor produtor de termoplásticos no primeiro semestre de 2013, os empresários gaúchos estão buscando alternativas para que as perspectivas melhorem ainda até o final do ano.

Esta constatação pode ser observada em uma pesquisa inédita contratada pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás). Segundo esta, a indústria de transformação da região investirá mais de R$ 170 milhões em máquinas e equipamentos ainda em 2013.

Está é uma forma válida do setor para recuperar a competitividade que limita suas vendas, que há tempos perde espaço para os importados, além que tentar minorar seus custos operacionais (via elevação da produtividade) diante de dificuldades de logística e alto custo de matéria-prima e energia vivido pelo setor nacional.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Termoplásticos: Brasken investe no setor de plásticos buscando maior produtividade


A Brasken anunciou que poderá investir de mais de R$ 1 bilhão em projetos voltados à produção de produtos de plásticos e termoplásticos. Os estados-alvo são São Paulo e Bahia, cujos governos já vem negociando novos acordos com a empresa.

O aumento da renda nacional atua no sentido de elevar a demanda por produtos feitos à base de plástico, o que tem feito com que as empresas do ramo aumentem os investimentos e a produção. O setor brasileiro  detém o sexto maior faturamento  do mundo.

No entanto, alguns desafios ainda devem ser superados para que o setor realmente cresça de modo sustentável. Estes entraves vão desde a atentativa de elevar a competitividade da indústria local frente aos produtos externos, de forma a reverter a crescente tendência de elevação das importações até questões tributárias e infraestruturais de logística e energia que encarecem a produção "da porta pra fora" das fábricas.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Termoplástico: Brasil Terá mais Duas Fábricas Produtoras de Termoplásticos


O aquecimento do setor de construção civil, devido às obras e incentivos do Governo Federal, bem como as projeções de crescimento macroeconômico, representam uma grande oportunidade para o setor de termoplásticos.

É pensando nestas oportunidades que a Braskem começa os estudos para a implantação de uma outra fábrica para a produção de biopolietileno (plástico verde), com capacidade entre 250 mil e 300 mil toneladas ao ano, com local ainda não definido, porém a mesma deve se localizar ao lado de uma usina de etanol, visando a produção de forma integrada. Desta forma, os locais mais prováveis para construção estão nos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás ou Minas Gerais. Além dessa planta, a Braskem já tem em projeto outra fábrica de polipropileno verde, com capacidade de 50 mil toneladas ao ano. O projeto deve ser detalhado até o final deste ano e será alocado em um dos complexos da empresa.. Ambos os projetos não tiveram seus valores divulgados.

Assim com a Brasken, a GDM Plásticos, especializada na produção de embalagens flexíveis, anunciou a instalação de uma fábrica de filme Polietileno (stretch) em Alagoas. A indústria, que deverá ser instalada em um espaço de 30 mil m² no Polo Multifabril Industrial José Aprígio Vilela, em Marechal Deodoro, demandará investimentos de cerca de de R$ 22 milhões.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Termoplásticos: Setor de Termoplástico “Ganha” um Novo Player.

A BR Plásticos Participações, uma joint venture idealizada pela Tubozan e Pláticos Vipal, ambas com, respectivamente, 51% e 49% de participação, é a mais nova unidade produtora do setor brasileiro de termoplásticos.

Finalizada sua criação, será a terceira maior empresa transformadora do país na produção de componentes plásticos para a construção civil. A previsão é que, somando os esforços das empresas envolvidas, possam faturar R$ 250 milhões em 2011.

Além disto, está previsto pela nova diretoria da BR Plásticos, um investimento da ordem de R$ 20 milhões em modernização tecnológica, expansão e construção de novas plantas industriais. Hoje são seis unidades fabris no país, e a meta é abrir mais duas até o início de 2012. A empresa pretende ampliar as vendas com maior distribuição de produtos no varejo. Estão em fase de instalação as unidades de Contagem (MG) e Cuiabá (MT).

segunda-feira, 28 de março de 2011

Termoplásticos: Peguform anuncia investimentos


A Peguform, multinacional de origem alemã e fornecedora global de sistemas e componentes para a indústria automotiva, anunciou na última terça, dia 22, que irá investir R$ 14 milhões para ampliar sua capacidade de produção no Brasil. A empresa se instalou em São José dos Pinhais - Paraná desde 1999, é reconhecida mundialmente pela fabricação de parachoques, painéis de instrumentos, componentes internos e externos (como laterais de portas e porta-luvas).

O aporte da empresa será utilizado com o objetivo de ampliar a linha de pintura automática de parachoques em 50%. Espera-se que a partir de setembro a companhia passe a produzir cerca de 4,8 mil unidades, frente as 3,2 mil produzidas atualmente. O investimento se justifica pelas boas perspectivas para o setor automotivo para os próximos anos, o que pode ser verificado no gráfico, o que faz com que a Peguform busque uma fatia maior do mercado. A empresa de quase 12 anos no Brasil possui como clientes a Volkswagen, Renault e PSA Peugeot , detém cerca de 14% do mercado, segundo os últimos dados de 2010 e concorre diretamente com as empresas Plascar, Plastic Omnium e Pelzer.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Termoplásticos: Poly Easy investe para ampliar seu escopo de atuação

A Poly Easy, empresa paulista fabricante de tubos plásticos e metálicos, anunciou na última quarta-feira, dia 08, que fará aportes para aumentar seu escopo de atuação. A empresa, que atualmente fabrica tubos para as indústrias de saneamento e distribuição de gás natural pretende também atuar em petróleo. Neste contexto, a empresa recebeu aporte do BNDESPar para a ampliação desejada e assim foi transformada em sociedade anônima (S.A.) viabilizando a operação. A participação do banco na empresa passa a ser de cerca de 25%.
Segundo Aldo Batista, sócio e diretor-presidente da empresa, a Poly Easy anuncia que irá investir cerca de R$ 7 milhões no novo negócio e, deste total, pretende-se investir R$ 2,5 milhões no desenvolvimento de novas tecnologias, sendo que o foco da instituição está no uso de novos materiais que ampliem a resistência dos plásticos à pressão, com o objetivo de substituir materiais mais nobres, como o aço inoxidável, obtendo vantagens técnicas e econômicas.
Outra parcela do total de investimentos será usada na compra de máquinas que permitirão aumentar a capacidade produtiva. A expectativa é que a empresa dobre de tamanho no ano que vem. Segundo Batista, apesar do desenvolvimento de inovações para a área de petróleo estar se intensificando agora na companhia, esta lançou produtos e sistemas – principalmente, tubos para a exploração de petróleo em terra e para unidades industriais, como as refinarias da Petrobrás no Recife e no Rio de Janeiro – que deverão gerar receita já em 2010.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Termoplásticos: Corr Plastik conclui aporte de R$ 20 milhões em PVC

A Corr Plastik, empresa nacional de fabricação de tubos e conexões de PVC e Polietileno para vários segmentos, com sede em Cabreúva (SP), concluiu investimentos de cerca de R$ 20 milhões para colocar em operação sua linha de injeção. Essa unidade irá produzir conexões hidráulicas em PVC para a o segmento predial, que está em expansão no país. O investimento permitirá que a empresa aumente o volume de produção para até 400 toneladas/mês. O projeto se estabelecerá em duas fases, sendo que na primeira serão adquiridos 200 novos itens da linha predial, aumentando o portfólio de produtos da companhia. A empresa também terá dois novos centros de distribuição localizados em São Paulo e Alagoas, estado onde a companhia inaugurou sua segunda fábrica, em 2009, com investimento de R$ 31 milhões. Do total dos investimentos realizados pela companhia, cerca de 70% foram pagos com recursos próprios, segundo informações de Sergio Monteiro, presidente da companhia. Com faturamento de R$ 140 milhões, a Coor Plastik projeta um crescimento de 20% este ano, impulsionado, principalmente, pelo setor imobiliário. Com uma expansão do setor de construção civil no Brasil, fruto de programas como o Minha Casa, Minha Vida, Cartão BNDES e PAC, a empresa espera um impulso para um maior consumo de tubos e conexões.