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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A Retomada das vendas internas de veículos leves e pesados



O resultado das vendas internas de veículos leves, caminhões e ônibus no 3° trimestre de 2017 ficou acima do resultado observado no 3°/TR de 2016. Os segmentos de veículos leves e ônibus indicavam desde o 2°trimestre a retomada da demanda interna, com crescimento ante igual período do ano passado.

No 3°trimestre, as vendas internas de veículos leves cresceram 14,7% em relação ao mesmo período de 2016. Esse resultado surpreendeu as expectativas dos analistas do mercado, e até mesmo da Lafis, que deverá rever para cima as projeções para os resultados das vendas internas do setor em 2017. No acumulado do ano até setembro, o total das vendas internas do setor já aponta um crescimento de 7,9% em relação ao acumulado no mesmo período de 2016.

O setor de veículos pesados que possui uma relação mais próxima com o crescimento econômico e a confiança dos investidores ainda apresenta uma retomada mais moderada. Mas destaca-se que, na comparação do desempenho das vendas internas deste 3° trimestre com o mesmo do ano passado, tanto os segmentos de caminhões, com uma alta de 4,3% nas vendas, como de ônibus, com alta de 1,3%, apresentaram crescimento.

Esse movimento de recuperação teve como alavanca a política de redução da taxa de juros Selic pelo Banco Central, que teve início em outubro de 2016. Desde então, já houve uma redução de 6 p.p., e a taxa atingiu o patamar de 8,25% a.a. no final de setembro. Além disso, percebe-se uma melhora da confiança dos consumidores e investidores no País, mas que ainda sofre com os temores da instabilidade política e as eleições de 2018.

Em relação ao mercado externo, o crescimento da demanda argentina mantém os recordes das exportações de veículos leves e caminhões. No acumulado do ano, as exportações de veículos leves e caminhões já registraram um crescimento de 57,6% e 40,9%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado,

Por fim, pode-se afirmar que o ano de 2017 marcará a retomada da produção na indústria automobilística, todavia o papel de protagonista nessa retomada ainda caberá ao setor externo.

Especialista do Setor: Laís Soares.



segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Montadoras Veículos Leves/Veículos Pesados e Carroçarias: Setor automotivo já não espera retomada do mercado interno em 2017 e investe para expansão das exportações


Em 2017, a produção de autoveículos no País deverá retomar seu crescimento de forma gradual, todavia tal crescimento não deverá sustentar-se por uma forte retomada do mercado interno brasileiro, mas sim pelo crescimento das exportações favorecida pela desvalorização do real.

Essa tendência já se manifestou nos últimos meses de 2016, de acordo com os dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) no acumulado de novembro e dezembro o resultado das exportações de veículos leves surpreendeu os analistas do mercado e apresentou um crescimento de 45,6% na comparação com os dois últimos meses de 2015. 

De forma semelhante, as exportações de caminhões neste mesmo período apresentou um crescimento de 29,1% comparado ao acumulado de novembro e dezembro de 2015, revertendo a queda que havia sido observada, até então, de janeiro a outubro as exportações de caminhões no País apresentaram uma queda de 3,1% em relação ao acumulado do mesmo período do ano anterior.

De acordo com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), em dezembro, as exportações surpreenderam as expectativas dos analistas do mercado e ficou marcada como um recorde histórico no total de veículos leves exportados pelo País.

As perspectivas de manutenção do atual patamar, mais desvalorizado, do real frente ao dólar deve garantir e impulsionar as exportações do setor.

Para o mercado interno, as projeções de expansão do setor em 2017 são bastante tímidas, tendo em vista a taxa de desemprego mais elevada no País, os consumidores estão mais cautelosos para a aquisição de automóveis através de financiamentos de longo prazo dada a instabilidade do emprego. 

Já a categoria de comerciais leves deve apresentar crescimento e uma elevação da participação nas vendas de veículos leves, com uma gradual retomada da atividade econômica do País, redução da taxa de juros e restabelecimento da confiança dos investidores, as empresas poderão elevar seus investimentos, elevando a demanda por veículos comerciais leves e caminhões.

Para 2017, a Lafis estima um crescimento de 3,9% nas vendas de veículos leves e de 6% para as vendas de caminhões.

Analista Responsável pelo Setor: Laís Soares

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Veículos Pesados e Carroçarias: Fabricantes de caminhões avistam recuperação, e categoria de semileves apresenta crescimento extraordinário


O resultado da produção das fabricantes de caminhões até julho indicaram que o “fundo do poço”, ou o patamar mínimo da produção do segmento foi atingido. A trajetória de queda  na produção ainda se mantém, mas já observa-se uma desaceleração dessa retração, e avista-se uma gradual retomada da demanda do setor, haja vista os resultados do último mês divulgado pela Anfavea.

Desde maio, com a posse do presidente interino Michel Temer, o índice de confiança dos investidores na economia vêm apresentando uma elevação, com uma melhora das expectativas em relação ao futuro. No segmento de caminhões, os resultados das vendas de junho e julho comprovam esse movimento, houve um crescimento consecutivo das vendas nesses meses, na comparação com o mês anterior.

No acumulado do ano, a produção acompanha as vendas, mas a queda na produção de caminhões no País foi de 24,5%, abaixo da queda apresentada pelas vendas do segmento na comparação anual (-31%), pois as montadoras vêm desenvolvendo soluções e negociações com sindicatos para enfrentar o nível elevado da ociosidade de suas fábricas.

De janeiro a julho, a produção de caminhões de todas as categorias sofreu redução, exceto a categoria de semileves, essa apresentou um crescimento extraordinário de 59% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado positivo da categoria pode ser explicado pela substituição de veículos de grande porte, por veículos de menor porte, para garantir fretes com custos menores. A queda da atividade industrial e comercial reduz a demanda e o volume de fretes. Entretanto, a categoria ainda representa apenas 4% do volume total de caminhões produzidos no País.

Analista Responsável pelo Setor: Laís Soares


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Veículos Pesados/Veículos Leves/Autopeças/Pneus: Acordos automotivos com países da América Latina apontam uma expansão das exportações do setor automotivo em 2016


Nesta segunda semana de dezembro, o cenário das incertezas econômicas que já pressionavam a retomada da atividade econômica do País agravou se pela instabilidade política que mostrou se mais evidente.

Ao longo de 2015, de modo geral, as empresas atuantes na cadeia automotiva (montadoras, autopeças dentre outras) sofreram os impactos da crise que o País vem enfrentando com a forte retração das vendas internas, produção e elevação de seus estoques. Por outro lado, este quadro acentuou a disputa pela ampliação das exportações do setor através de acordos automotivos com países da América Latina com mercados potenciais para absorção de veículos brasileiros. Assim, neste ano, o Brasil fechou acordos automotivos importantes com o México, Argentina, Colômbia e por último Uruguai. 

Às vésperas do final do ano, o Governo acaba de assinar um acordo de livre comércio automotivo com o Uruguai, que entrará em vigor a partir de janeiro de 2016. O acordo confere isenção tarifária para automóveis, ônibus, caminhões, máquinas agrícolas, autopeças, chassis e pneus no comércio bilateral. Atualmente existe um regime de cotas sem tarifação para o setor, que previa o teto de 10.056 veículos e US$ 99,6 milhões em autopeças importados do Brasil isento do imposto de importação pelos uruguaios. Em 2015 o Brasil já embarcou 12,5 mil veículos aquele País.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e o Governo mostraram se empenhados em 2015 na busca de acordos automotivos e, com sucesso das negociações somado às vantagens competitivas provocadas pelo câmbio, no acumulado do ano até novembro o País apresentou um crescimento de 19% nas exportações de autoveículos e guarda perspectivas de um crescimento ainda mais expressivo para 2016.  

Analista Responsável pelo Setor: Laís Cristina Soares


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Veículos Pesados e Carroçarias: O ajuste fiscal chega ao Finame


O último trimestre chegou, mas as vendas de caminhões e ônibus no País não deverão apresentar sinal de recuperação. No acumulado do ano até setembro, os licenciamentos de caminhões novos registraram uma retração de 44%, e os de ônibus cerca de - 31%. Os resultados não foram uma surpresa, uma vez que a atual conjuntura de desaceleração da atividade econômica, ajuste fiscal, e os impactos da Operação Lava Jato na atividade de grandes empresas já indicavam tais resultados do setor, que está fortemente correlacionado ao volume de novos investimentos.

Além deste mau resultado, como agravante, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que reduz em R$ 30,5 bilhões os recursos destinados à linha de crédito do Finame BNDES, de R$ 50 bilhões para R$ 19,5 bilhões. Este é o mais importante programa de financiamento para compra de veículos comerciais, responsável por cerca de 70% das vendas do segmento no País. O arrocho foi justificado pelo Ministério da Fazenda para incrementar o ajuste fiscal do Governo.

Na prática o CMN também encerra o PSI mais cedo este ano: o programa continua valendo até o fim de dezembro, mas só serão aprovados os contratos daqueles que entrarem com o pedido de empréstimo até 31 de outubro. 

Apesar da queda da demanda pelo financimento em 2015, dada a elevação das taxas no fim de 2014, bem como o baixo volume de investimentos realizados (em razão das incertezas econômicas vividas neste ano), esta modalidade ainda segue como a principal opção de financiamento para a compra de veículos pesados no País. Assim, com esta medida, o cénario já ruim do setor, pode deteriorar-se ainda mais.

Analista Responsável pelo Setor: Laís Cristina Soares


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Montadoras de Veículos Leves/Veículos Pesados e Carroçarias: BNDES estimula os investimentos em inovação das montadoras


A participação do setor automotivo na economia brasileira é bastante expressiva, tendo em vista o efeito multiplicador de renda de toda sua cadeia. Dada sua importância, o setor sempre obteve incentivos governamentais para investir no país. Nos últimos anos, o BNDES deu destaque aos financiamentos de projetos para ampliação da capacidade produtiva no país e novas fábricas.

De janeiro a novembro de 2014, o BNDES aprovou para o setor automotivo um volume total de financimentos de aproximadamente R$ 3 bilhões. O valor inclui projetos de ampliações, desenvolvimento de novos produtos e exportação. Desde 2008, empréstimos do banco para o setor somam R$ 45,6 bilhões. 

No entanto, em 2014 a indústria automobilística brasileira sofreu fortemente com a queda das exportações para o país argentino, além disso a demanda interna de veículos que estava aquecida desacelerou se, em sintonia com o cenário de incertezas quanto aos rumos da economia nos próximos anos. De acordo com a Anfavea, a produção total de autoveículos no País sofreu uma queda de 15,3% em relação a 2013.


Com isso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) passa a dar nova ênfase aos financiamentos para as montadoras que planejam investimentos em projetos de reengenharia, inovação e criação de modelos. O plano de investimento para o setor automotivo para os próximos três anos (2015-2018) alcançam R$ 59 bilhões, mostrando estabilidade em relação aos R$ 58 bilhões projetados entre 2010 e 2013, indicando que, no longo prazo, as perspectivas de crescimento para o setor ainda se mantém.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Veículos Pesados: Volvo vai investir US$ 320 milhões em nova linha de caminhões

http://www.lafis.com.br/lafisinstitucional/relatorio-analise-setorial/Veiculos-Pesados-e-Carrocarias.asp


A Volvo anunciou investimentos de US$ 320 milhões (aproximadamente R$ 780 milhões) em suas operações no Brasil nos próximos anos, em um ciclo de investimentos com início em 2014. De acordo com o anúncio, o valor será direcionado a novos produtos que devem ser trazidos ao Brasil, para reforço da produção da empresa no país, além de representar um esforço no aumento do conteúdo local da sua fabricação de caminhões.

A estratégia é ampliar a densidade de distribuição e elevar os investimentos na fábrica de Curitiba (PR) para receber os novos produtos. Em 2013, a marca sueca registrou um crescimento de 30% nas vendas e alcançou a terceira posição entre as maiores do país no setor.

O aporte visa manter o índice de nacionalização elevado porque a venda de seus produtos depende, em grande parte, das linhas de crédito do governo, como por exemplo, o Finame, linha de crédito do BNDES que oferece juros mais baixos para compra de bens de capital. Para tal, o veículo precisa ter no mínimo 60% de conteúdo local.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Veículos Pesados: Mercedes vai investir R$ 1 bi no segmento de caminhões

http://www.lafis.com.br/lafisinstitucional/relatorio-analise-setorial/Veiculos-Pesados-e-Carrocarias.asp


Depois do anúncio da retomada da produção de automóveis no país, a Mercedes-Benz anunciou investimentos de R$ 1 bilhão em dois anos no desenvolvimento de veículos pesados no Brasil. Este é o maior investimento da companhia em todo o mundo, tendo em vista o país como principal mercado do grupo neste segmento.

Os investimentos serão concentrados na modernização da fábrica paulista, que também produz ônibus, assim como no desenvolvimento de novos veículos.Também estão previstos avanços na nacionalização da produção - ou seja,  maior uso de autopeças locais - dos caminhões montados em Juiz de Fora, para melhorar o acesso a linhas de crédito mais atraentes do BNDES, que exigem um conteúdo local superior a 60%.

A produção de caminhões no Brasil acumulou, até setembro deste ano, um crescimento de 50% em relação ao mesmo período do ano passado, este crescimento não decorre apenas do fato da base fraca de 2012, mas também pelo desempenho do agronegócio e das condições especiais de financiamento do BNDES, que oferece taxas negativas para a aquisição dos veículos têm fortalecido a demanda.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Veículos Pesados: Chinesa investe pesado


A montadora chinesa Shacman confirmou investimento de R$ 1 bilhão para a construção de uma nova fábrica no Brasil. A Shacman se originou de uma parceria tecnológica firmada entre a SAG e a MAN (Grupo de Pesados da Volkswagem). Com auxílio do governador Eduardo Campos, a montadorá se instalará em Caruaru (PE) e poderá gerar mais de mil empregos diretos. Ao todo serão produzidos 5 modelos de poderão se configurar em 20 composições, todos eles atendendo o novo requesito de 65% de composição nacional do veículo, se encaixando nos benefícios concedidos pelo Plano Brasil Maior II.

A sua construção contará com incetivo fiscal de 95% sobre o saldo devedor do ICMS, além dos incentivos municipais, como isenção de IPTU por dez anos. A previsão para o início da produção é 2013, tendo uma capacidade instalada inicial de 10 mil veículos por ano, com previsão de aumento de 100% até 2017.

O investimento da Shacman é acompanhado por um momento ainda pontual na produção e licenciamento de veículos pesados, que é ocasionado pela transição do novo combustível Euro 5 nos caminhões. Até abril de 2012, a queda na fabricação do veículo foi de 30,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. No entando, as perspectivas de longo prazo são favoráveis ao setor, auxiliado pelos incentivos governamentais de crédito e também pelos investimentos em infraestrutura que estão ocorrendo, como o PAC, Minha Casa, Minha Vida e construções para os eventos esportivos que o país abrigará até 2016.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Veículos Pesados e Carroçarias: Induscar e Marcopolo anunciam parceria


As duas maiores empresas produtoras de carroçarias do Brasil anunciaram parceria para a fabricação de peças e acessórios destinados à montagem das carrocerias. Grande parte da produção, vinda desta joint venture, será voltada para mercado interno, porém também haverá a produção de carroçarias especiais voltadas ao atendimento do mercado externo.

Somente no primeiro ano de operação, está previsto um aporte de R$ 10 milhões, sendo dividido de acordo com a participação de cada empresa no negócio. Em nota, a Marcopolo destacou que esta nova empresa, com possível sede em Joinville (SC), terá completa independência entre os envolvidos, inclusive na elaboração de produtos e design, que deverão possuir marca própria.

A Marcopolo possui atualmente 23,5% do mercado de carroçarias no Brasil e a Induscar- Caio detém 27,0%. Juntas as duas produzem cerca de 18 mil carroçarias no ano, somente no mercado brasileiro.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Veículos Pesados e Carrocerias: Investimento da Viação Cometa pode impactar as vendas de Carrocerias no país.


A empresa de viação Cometa anunciou investimento de R$ 17 milhões para a compra novos veículos, entre eles semi-reboques, furgões, caminhões leves, médios e pesados, além de nova frota de veículos leves para dar suporte às atividades logísticas. Essa ampliação e renovação da frota é 89% maior do que o anunciado no ano anterior.

A empresa pretende repor 73 veículos e ampliar a frota com mais 77, totalizando uma compra de 150 meios de transporte. A idade média da frota própria da Rapidão Cometa é de 5,5 anos e com a aquisição ela passará para 3,9 anos, somando-se 982 veículos. O investimento proporcionará, de acordo com os representantes da empresa, ganhos com custos em manutenção e a adaptação de seus veículos a nova norma ambiental Euro 5, que entrará em vigor em 2012.

A compra de veículos pesados no Brasil continua recebendo incentivos governamentais, como a redução do IPI, além de linhas especiais e facilitadas para financiamento com o BNDES. A fabricação de veículos pesados continua crescente no país, ao contrário do que se observa na produção de carrocerias, que permanece estável desde o início do ano.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Veículos Pesados e Carrocerias: Marcopolo anuncia investimento


A fabricante de carrocerias Marcopolo anunciou nesta semana investimentos de R$ 300 milhões, com o objetivo principal de expandir sua capacidade produtiva. O aporte será aplicado até o ano de 2015, sendo também destinado à viabilização de novos modelos em seu quadro produtivo, contando com investimentos do BNDES e também do FINEP (Financiadoras de Estudos e Projetos). Sabendo-se que a empresa tem a produção de dois terços de carrocerias aqui no país, grande parte do montante poderá ser aplicada internamente.

Além disso, a Marcopolo já pensa na elevação da demanda que deverá ocorrer por conta dos eventos esportivos que virão ao Brasil em 2014 e 2016, aumentando, por conseqüência, seu faturamento no período. Para o curto prazo, as novas licitações públicas para produção e regulamentação de ônibus também poderão impactar positivamente nas suas produção de carrocerias.

Mesmo com a desvalorização do Dólar, que acabou prejudicando as exportações no setor, e o aumento do custo de produção, a empresa enxerga que esses déficits podem ser corrigidos por meio de investimentos em mão de obra e modernização das plantas de produção.

A Marcopolo produziu em junho deste ano 698 carrocerias, dentro de um total de 2774 para o segmento, o que representa 25,2% da produção total do setor. A Marcopolo é a segunda maior produtora nacional, perdendo apenas para a Induscar.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Veículos Pesados e Veículos leves: Investimentos Chineses


A representante de veículos Districar, responsável pelas marcas das montadoras Haima, Chana, SsangYong e JMC, investirá R$ 300 milhões em nova fábrica no país. As montadoras produzem veículos para os segmentos leves e pesados (leve) e trazem para o país carros para concorrer com utilitários (Pickups) e também carros populares, na categoria do Uno e do Gol. O local da fábrica ainda não foi revelado, mas mostra a tendência da vinda das marcas chinesas no Brasil, como a Lifan/Effa e a Chery, que já anunciaram a construção de plantas no país no final de 2010 e início de 2011. A princípio a fábrica terá capacidade para produzir 60 mil unidades por ano e virão acompanhadas por um plano de baixar os preços dos veículos locais. A marca Chana também terá o seu nome modificado para Changan, fazendo parte do plano de posicionamento da marca, que pretende atingir uma produção de 20 mil veículos em 2012.