segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Fertilizantes e Agricultura Geral: Medidas da Opep devem pressionar mercado de fertilizantes e commodities agrícolas
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Fertilizantes: Saída da Petrobras do mercado de fertilizantes e venda de ativos da Vale marcam uma nova fase do setor
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Fertilizantes: Saída da Petrobras do mercado pode trazer novo fôlego para Nitrogenados
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Fertilizantes: Preços altos de commodities garantem melhor rentabilidade de fertilizantes
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Fertilizantes: Apesar da crise, produção de fertilizantes deverá crescer em 2016
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Fertilizantes: Preços do potássio deverão subir
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Fertilizantes: Agroplanta investe em busca de produtos diferenciados
A Agroplanta, empresa produtora de fertilizantes com sede em Batatais (SP) anunciou a continuação de um plano de investimentos, iniciado em 2009, com o objetivo de fortalecer suas pesquisas na busca de produtos diferenciados. A empresa possui três unidades de produção e nos últimos anos vem apostando no desenvolvimento de novos produtos adaptados às especificidades da agricultura brasileira.
De 2009 a 2013, a empresa anunciou investimentos superiores a R$ 25 milhões, via recursos próprios voltados às pesquisas. Dentre os projetos em desenvolvimento, em 2013 sete foram aprovados em uma fase preliminar do programa Inova Agro, do BNDES e da Finep. Segundo informações da direção da empresa, a Agroplanta espera investir entre R$ 30 milhões e R$ 40 milhões em 2014 para adequações e aquisição de novos equipamentos para a fabricação dos produtos.
Dos fertilizantes diferenciados envolvidos nesses projetos se destacam: fertilizantes revestidos com cálcio, enxofre e ácido húmico (que potencializa a "vida microbiológica" do solo), fertilizantes para aplicação via solo ou foliares (que permite uma concentração maior de nutrientes em um menor volume), defensivos agrícolas orgânicos produzidos a partir de biomassa vegetal e extrato de ervas, dentre outros projetos relacionados aos chamados "defensivos verdes".
A empresa, com faturamento anual de cerca de R$ 80 milhões, está no mercado há 36 anos, com foco na produção de micronutrientes em pó e granulados para indústrias e misturadoras de adubos, além de fertilizantes foliares e ingredientes para ração. Com capacidade para granular 250 mil toneladas de fertilizantes por ano, a Agroplanta que vem crescendo cerca de 10% ao ano, espera acelerar esse crescimento com os novos investimentos.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Fertilizantes: Inauguração da nova planta de fertilizantes no Maranhão
A ampliação dos negócios na área de insumos já contará com o reforço da Synagro, sediada em Luís Eduardo Magalhães e uma das principais comercializadoras de sementes, fertilizantes e defensivos do oeste baiano, região de Cerrado - cujo potencial se dá em grãos e algodão.
Com o investimento anunciado, a empresa Los Grobo Ceagro do Brasil sinaliza a preocupação do setor de fertilizantes com a expansão territorial e com a promoção da independência brasileira destes insumos do mercado internacional.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Fertilizantes: Expansão da capacidade produtiva de potássio no Brasil
A Vale pretendia ampliar a exploração para uma área adjacente com o intuito de elevar a produtividade, por conta do previsto esgotamento das reservas da jazida em 2014. A proximidade das reservas de petróleo às de potássio era uma das razões que dificultavam as negociações e assim as empresas decidiram isolar esta área para viabilizar o negócio. A mineradora implantará na extensão da mina de Taquari-Vassouras o Projeto Carnalita, cujo investimento será em torno de US$ 4 bilhões e produzirá 1,2 milhão de toneladas/ano.
O novo projeto vai gerar cerca de 4.000 empregos diretos na indústria e 700 na fase de operação. Em 2015, a unidade deve se tornar a maior em extração de potássio do Brasil. Apesar de o país ser o quarto maior consumidor de fertilizantes no mundo, é importador de 90% de potássio. Contudo, com a nova extensão das jazidas economizará cerca de US$ 17 bilhões nos próximos 29 anos e reduzirá o volume de potássio importado.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Fertilizantes: Fertilizantes Heringer compra Maxifértil
A Fertilizantes Heringer adquiriu a empresa Maxifértil sem informar o valor da negociação. Com a aquisição, a companhia finalizará as suas atividades na unidade fabril alugada localizada em Porto Alegre e a produção será transferida para o novo parque, que possui capacidade produtiva estimada em 30 mil toneladas por mês. O parque inclui laboratório, oficinas e dois depósitos, além de dois misturadores e sistema de ensaque que produzem 120 toneladas de fertilizantes por hora.
A forte demanda por fertilizantes impulsionou o faturamento e os resultados operacionais da Heringer, permitindo a compra da Maxifértil que consequentemente, permitirá a redução de custos fixos da empresa e o atendimento do mercado sulista.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Fertilizantes: Louis Dreyfus Commodities compra Macrofértil
A Louis Dreyfus Commodities (LD) anunciou a aquisição da Macrofértil - produtora e distribuidora de fertilizantes (atualmente, com 65% do mercado brasileiro), sem revelar o montante investido. Com a compra se deu a entrada da LD no segmento de adubos no Brasil.
O mercado de insumos é atrativo, pois possibilita alavancar o modelo de financiamento aos seus produtores/fornecedores denominado "barter". Este modelo se baseia no adiantamento de insumos em detrimento de uma produção agrícola futura - ferramenta de hedge para o produtor.
O propósito da LD é ampliar a capacidade da Macrofértil (cuja marca será preservada) para 2,5 milhões de toneladas anuais e incorporar outros estados como Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Bahia.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Fertilizantes: Nova fábrica de fertilizantes da Bunge no Brasil
Com investimento de US$ 24 milhões, a Bunge Brasil inaugurou dia 13 de março sua nova fábrica de fertilizantes no Brasil localizada em Cruz Alta, no Rio Grande do Sul. A unidade conta com capacidade produtiva de cerca 300 mil toneladas por ano e serão produzidas misturas granuladas (NPK) das marcas Serrana, Manah e IAP além das diferenciadas: Turbo Serrana, Fertiap e Fosmag Manah.
O investimento contribuirá com o aumento da arrecadação do município sulista e auxiliará no processo de distribuição (acesso aos modais de transporte rodoviário e ferroviário), tornando a produção de fertilizantes mais próximas das plantações nacionais, argentinas e uruguaias. Ademais, a instalação da nova unidade é estratégica por estar localizada em uma região de grande produção de soja, milho e trigo e de extrema relevância no que se refere ao consumo de fertilizantes.
Fertilizantes: Nova fábrica de fertilizantes da Bunge no Brasil
Com investimento de US$ 24 milhões, a Bunge Brasil inaugurou dia 13 de março sua nova fábrica de fertilizantes no Brasil localizada em Cruz Alta, no Rio Grande do Sul. A unidade conta com capacidade produtiva de cerca 300 mil toneladas por ano e serão produzidas misturas granuladas (NPK) das marcas Serrana, Manah e IAP além das diferenciadas: Turbo Serrana, Fertiap e Fosmag Manah.
O investimento contribuirá com o aumento da arrecadação do município sulista e auxiliará no processo de distribuição (acesso aos modais de transporte rodoviário e ferroviário), tornando a produção de fertilizantes mais próximas das plantações nacionais, argentinas e uruguaias. Ademais, a instalação da nova unidade é estratégica por estar localizada em uma região de grande produção de soja, milho e trigo e de extrema relevância no que se refere ao consumo de fertilizantes.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Setor de Fertilizantes: Investimento de R$ 280 milhões visa reduzir a dependência externa do potássio.
A perspectiva da empresa é de produzir anualmente 1,1 milhão de toneladas do produto beneficiado o que deverá resultar em aproximadamente 90 mil toneladas de potássio. O potássio é um dos três insumos mais importantes para o setor de fertilizantes, contudo é o que o Brasil mais depende do exterior, produzindo apenas 8% da demanda doméstica.
A extrema dependência da importação dos três insumos básicos e de produtos intermediários fazem do setor de fertilizantes extremamente vulnerável ao setor externo. O governo brasileiro está procurando estimular o aumento da produção interna destes produtos através da Vale e da Petrobrás que possuem projetos que devem entrar em funcionamento também em 2013 como vistas a diminuir esta dependência externa do país.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Setor de Fertilizantes: Empresa canadense investe US$ 200 milhões em projeto de fertilizantes no Brasil.
Além deste projeto, a empresa investe em pesquisas geológicas de fosfato nos estados do Pará, Bahia e Minas Gerais além da pesquisa de potássio submarino na costa do Sergipe. A produção será destinada inteiramente para o mercado interno brasileiro mais especificamente para o Centro-Oeste do país o que facilitará a logística do empreendimento já que a mina está localizada próximo de centros produtores dos agricultores da região.
Extremamente dependente de importação de matéria-prima para a produção de fertilizantes o que deixa o país extremamente vulnerável a choques cambiais, faz com que investimentos internos que possibilitem a produção interna deste insumo tendem a reduzir a dependência externa brasileira possibilitando a redução dos custos para a agricultura e aumentando a competitividade do país no mercado externo.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Fertilizantes: Investimentos de R$ 120 milhões em nova fábrica de matéria-prima.
A nova unidade, ao custo de R$ 25 milhões, deverá concentrar-se na produção de uréia diferenciada. O novo produto, que deverá chegar ao mercado no segundo semestre de 2011, é revestido com um polímero que prolonga a vida útil do fertilizante por um período de três a nove meses, de acordo com a cultura em que for aplicado. Com a produção interna, a expectativa é que o valor do produto diminua cerca de 33%, o que tornará o produto duas vezes superior ao convencional.
A uréia simples, utilizada como fertilizante simples, é na sua maioria importada (cerca de 73% do total consumido) o que torna a iniciativa da Produquímica um alento para os agricultores brasileiros. Mesmo com a moeda nacional valorizada, o que permite importações mais baratas, isto ainda significa um grande custo para produtores de fertilizantes, encarecendo o produto e isto, necessariamente, deve ser repassado para os agricultores. A expectativa de produzir 50 mil toneladas de uréia diferenciada por ano para um mercado que consome 3 milhões de toneladas ao ano é relativamente baixa, mas é um vislumbre de uma possível queda nos preços dentro do setor.

