terça-feira, 16 de maio de 2017
Bancos: Itaú expande atuação no mercado financeiro do País
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Bancos: Setor mantém resultados, apesar do cenário desafiador
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Bancos: Intervenção, concorrência e eficiência
Neste sentido, é importante notar que, embora os bancos venham sofrendo com pressões por parte do governo, que tem agido por meio das entidades financeiras públicas para reduzir o preço do crédito ao consumidor final, eles tem conseguido compensar parte das perdas do spread com elevação das tarifas e maior volume de negociações.
Deste modo, vale destacar que, mesmo com os atuais movimentos governamentais de intervenção no setor, o mesmo deve manter os patamares de retorno de períodos anteriores. No entanto, a tendência é de que a concorrência - lembrando que se trata de um mercado altamente concentrado - aumente, o que deve refletir em um maior esforço para elevar a eficiência no setor.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Bancos: Banco do Brasil finaliza compra de banco norte americano
Na última quinta-feira, dia 19, o Banco do Brasil anunciou a conclusão da aquisição de 100% do capital social EuroBank, instituição financeira norte-americana, localizada no estado da Flórida. O acordo foi concluído através de um pagamento de US$ 6 milhões aos antigos controladores. Em breve, o nome do Eurobank será trocado para Banco do Brasil Américas, dando sequência à estratégia de internacionalização do BB. Ao adquirir um banco norte-americano, o Banco do Brasil complementa seu atendimento a todos os seus públicos e tem a oportunidade de expandir seus negócios em mercado potencial constituído por mais de 1,5 milhão de brasileiros residentes nos Estados Unidos, que poderão dispor de produtos bancários como cartões de crédito e débito, além de contas e linhas de financiamento diversificadas.
Com sede localizada em Miami, o Eurobank está em atividade desde 1991. Sua estrutura enxuta de apenas três agências, além da localização no mais latino dos estados americanos, favorece a estratégia de ingresso e de expansão futura do Banco do Brasil para praças onde também há concentração de brasileiros. Já o banco brasileiro, com presença há 70 anos no exterior, é o banco brasileiro de maior presença no mercado internacional. A rede externa possui 47 unidades ativas no exterior, localizadas em 23 países. Além da rede própria, o BB mantém relação de negócios com 1.066 instituições financeiras de 133 países. O Banco do Brasil, dentro da sua atual estratégia internacional, busca atender à comunidade brasileira no exterior, prestar serviços e crédito às empresas brasileiras e apoiar o fluxo comercial com o Brasil.
É importante ressaltar que o setor bancário brasileiro é considerado um dos mais estáveis do mundo, visto que suas instituições vêm apresentando crescimento robusto e solidez, com grandes instituições como o Banco do Brasil, Bradesco e Itaú, aparecendo na lista dos maiores bancos do munco. Desta forma é natural que cada vez mais esses bancos busquem novos mercados, expandindo sua atuação em todo o globo.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Bancos e Cartões de Crédito: Isenção de IOF para dívidas no cheque e no cartão
Foi suspensa, através de decreto, a incidência de IOF em dívidas oriundas de operações de crédito rotativo, incluindo cartões de crédito e cheque especial, que estejam atrasadas há mais de um ano. O objetivo dessa medida é, fundamentalmente, reduzir os custos da renegociação dessas dívidas, com reflexos sobre o nível de inadimplência. Outras operações de crédito já contam com essa condição, agora expandida às operações de crédito rotativo.
A medida, aplicável tanto para Pessoa Física quanto para Jurídica, entrou em vigor em 24/maio e deverá estimular a renegociação das dívidas. Além disso, tal política poderá representar um alívio para o caixa dos bancos, uma vez que estes não precisarão desembolsar mensalmente o montante referente ao IOF não pago durante todo o período que o cliente permanecer inadimplente.
Entretanto, as instituições financeiras poderão manter o cálculo do IOF em separado, mesmo depois de caracterizada a inadimplência, embora não seja obrigatório o recolhimento do tributo à Receita Federal. O benefício desse critério reside no fato de que, caso não haja um acordo e o banco não consiga receber mesmo após a execução da dívida, não haverá obrigatoriedade de repasse do imposto à Receita.
Cartões de Crédito e Bancos: Novas regras para cartões de crédito
O Banco Central do Brasil divulgou nesta semana as novas regras aplicáveis à utilização de cartões de crédito que devem entrar em vigor a partir de 1º de junho. Tais regras compreendem a redução e a padronização das tarifas sobre cartões de crédito e a criação do cartão-base, que deverá ter custo mais baixo ao cliente.
A redução dos números de tarifas referentes à prestação de serviços de cartão de crédito, de 80 para 5, poderá estimular a queda no valor dessas tarifas, uma vez que o cliente terá maior facilidade para comparar valores. Tais tarifas foram padronizadas e deverão corresponder a anuidade, emissão de segunda via, saque, pagamento de conta e avaliação emergencial de crédito. Espera-se, com isso, que as reclamações proveniente das condições dos cartões de crédito sejam substancialmente reduzidas.
Apesar de poderem continuar oferecendo os cartões com os serviços tradicionais e cobrar taxas extras para esses benefícios, o cartão-base, que terá uso exclusivo para o pagamento de contas ou serviços, deverá ser obrigatoriamente oferecido pelos bancos aos clientes e contribuirá para alargar o acesso da população aos cartões de crédito, com a maior adesão das classes mais baixas, contribuindo favoravelmente a expansão do rendimento dos emissores de cartões.
Além das duas medidas supramencionadas, a política quanto ao pagamento mínimo das faturas também foi alterada: a partir da data do início da vigência, o pagamento mínimo das faturas não poderá ser inferior a 15% do valor total da fatura. Será, portanto, necessária a adaptação dos produtos e dos processos para se adequar às novas exigências do Banco Central, o que demandará investimentos por parte das instituições financeiras.
Bancos: Bancos esperam crescimento consistente no crédito imobiliário
Segundo dados disponibilizados pela ABECIP (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), apesar do forte crescimento observado no volume total de recursos direcionados ao crédito imobiliário no primeiro trimestre de 2011 (60,4%), houve leve desaceleração ante o volume observado no mesmo período de 2010, quando foi alcançada alta de 69,9%, em relação ao ano imediatamente anterior. O resultado de 2011, citado acima, reflete a desaceleração no volume de crédito concedido a aquisições, categoria que apresentou desaceleração de 36,5 p.p. na relação entre o primeiro trimestre de 2011 e 2010. Por outro lado, o volume de crédito concedido a construções apresentou aceleração de 33,8 p.p., na mesma base de comparação.
De fato, o cenário se mostra bastante favorável à expansão do crédito imobiliário. Por parte da demanda por esse tipo de crédito, o cenário que se delineia é bastante promissor e advém de diversos fatores, como a estabilidade macroeconômica, que proporciona a melhora das condições de poder de compra da população além da perspectiva de manutenção de condições favoráveis de renda, uma vez que os créditos em questão referem-se, essencialmente, a financiamentos de longo prazo. Outro fator crucial para o aquecimento da demanda por esse tipo de crédito advém dos incentivos governamentais para aquisição de casa própria, por meio de programas como o Programa Minha Casa, Minha Vida. O potencial de crescimento do mercado brasileiro, explícito no ainda gigantesco déficit habitacional, abre perspectivas para a manutenção da demanda crescente pelos próximos anos.
A oferta de crédito imobiliário, por outro lado, está sendo favorecida pela possibilidade de utilização de alienação fiduciária como instrumento de garantia de crédito. O uso desse instrumento, considerado menos burocrático pelos credores que a hipoteca, pode consistir em uma maior segurança jurídica ao credor em caso de execução da garantia em vigor, o que contribui para o alongamento dos prazos de financiamento e para a redução das taxas de juros aplicáveis. Diante disso, os principais bancos atuantes nesse segmento, a saber, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco, Santander e Bradesco, pretendem expandir suas operações de crédito imobiliário. A Caixa, que detém 70% da carteira total, prevê fechar 2011 com R$ 84 bilhões em novas contratações (ante R$ 75,9 bilhões em 2010) e o Bradesco pretende expandir entre 25% e 28% a carteira própria.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Bancos: Banco do Brasil anuncia sua expansão em serviços e negócios financeiros de maior rentabilidade
O Banco do Brasil – BB anunciou sua pretensão de aumentar sua participação em segmentos de negócios em que ainda não possui uma participação relevante e são altamente rentáveis. Assim, o banco pretende usar sua própria base de clientes para expandir sua carteira de crédito dentre outros produtos financeiros, como seguros, previdência complementar e financiamento imobiliário. A instituição também objetiva aumentar sua atuação no segmento de cartões de crédito através da busca por não-correntistas.
Com isso, o banco evidencia a atual estratégia em crescer nesses segmentos em que ainda perde da concorrência na comparação com os grandes bancos privados do país. Através do aperfeiçoamento de seu sistema de relacionamento com o cliente, o banco identificou 18 milhões de clientes com propensão a se tornarem tomadores de crédito, sendo que atualmente apenas cerca de 27% desses possuem empréstimos contratados com a instituição. Conforme anúncio do banco, somente com os 13 milhões de clientes que ainda não tomam crédito, a carteira de crédito poderá ser dobrada.
O banco também irá explorar um nicho de 10 milhões de pessoas que recebem salários por ele, após a constatação de que, mensalmente, cerca de 30 mil pessoas simulam empréstimos habitacionais em suas máquinas de atendimento. Somado a essas atuações, a fim de tornar suas operações de crédito mais competitivas, o BB anunciou que oferecerá juros menores a clientes com histórico de relacionamento com o banco e baixa taxa de inadimplência. Com isso, o BB corre atrás de importantes negócios e pretende uma grande expansão para os próximos anos.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Bancos: Banco do Brasil compra banco americano
O Banco do Brasil anunciou na última segunda-feira, dia 25, a finalização do processo de compra do EuroBank, banco americano que, além de atuar em seu país, atende hispânicos, portugueses e brasileiros. O contrato de aquisição de 100% do capital social do banco norte-americano foi fechado pelo valor de US$ 6 milhões.
O EuroBank é um banco de pequeno porte que tem sua sede na Flórida - EUA, possuindo também três agências nas regiões de Coral Gables, Pompano Beach e Boca Raton. Segundo o BB, no último dia 2010 o adquirido possuía ativos no valor de US$ 102,1 milhões, uma carteira de crédito de US$ 74,8 milhões além de postar depósitos e patrimônio líquido de US$ 91,4 e US$ 5,5 milhões, respectivamente.
A compra reitera a posição do banco brasileiro em expandir sua atuação mundialmente, assim, segundo informações do próprio, o objetivo desta compra se dá pela intenção de expandir seus negócios nos Estados Unidos, além de permitir ao BB atuar no mercado de varejo norte-americano, com foco em atendimento das comunidades brasileiras e hispânicas residentes no país.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Bancos: Itaú adquire parcela do Banco Carrefour
O Banco Carrefour já havia sendo sondado pelo Bradesco e a expectativa era de que este iria adquiri-lo, porém, em uma rápida negociação o Itaú anunciou a compra, que, segundo o diretor corporativo e de controladoria deste, Rogério Calderón, porta o objetivo de ampliar sua presença no financiamento ao consumo, reafirmando o foco do banco também pela baixa renda.
O Carrefour, cujo objetivo na venda de parte ao Itaú é expectativa de alavancagem das vendas, manterá o controle do banco, através de seus 51% do capital, porém com gestão compartilhada. Assim, a aquisição evidencia o intenso processo de consolidação e expansão do setor bancário no Brasil, em vistas às ótimas perspectivas de uma maior bancarização da população brasileira, aumentando seu faturamento. O Itaú também já sinalizou a possibilidade de inclusão de novos produtos e serviços financeiros para serem oferecidos nos 163 supermercados do Carrefour no País.
Bancos: BMG anuncia a compra do banco Schahin
O banco mineiro BMG anunciou na última quarta-feira, dia 13, a compra do Banco Schahin, ligado ao grupo empresarial de mesmo nome. O BMG se caracteriza como uma das principais e mais ativas instituições brasileiras na concessão de crédito com desconto em folha de pagamento, o consignado. O valor da transação não foi divulgado.
Entretanto, segundo informações, a aquisição deverá ser financiada em parte com capital do próprio banco, elevando seu nível de alavancagem. Assim, o BMG realiza uma compra sem folga de capital, de modo diferente ao que acontece no setor. O Schahim também é um banco especializado em crédito consignado em folha de pagamento bem como o financiamento de veículos usados; todavia este vinha operando desde meados de 2010 com o índice de Basiléia (alavancagem) abaixo dos 11% permitidos pelo Banco Central, apontando 10,97% em dezembro de 2010, necessitando então, de um aumento de capital, situação percebida pelo BMG, sendo este um ponto importante na decisão dessa transação.
Após adquirir a seguradora Conapp - Companhia Nacional de Seguros, a GE Money, incluindo a GE Capital e a promotora de vendas GE Promoções, especula-se que o banco também poderá fechar nos próximos dias a compra do Banco Morada, um banco de pequeno porte do Rio de Janeiro especializado em financiamento habitacional. Uma justificativa para as aquisições é que após o caso do Panamericano, instituições financeiras especializadas e de médio porte passaram a apresentar dificuldades para manter o ritmo de seus negócios. Assim, começou-se um movimento de venda de carteiras de crédito para outras instituições e outras carteiras que se formam, se caracterizando como uma forma de conseguir dinheiro num menor espaço de tempo sem que, como contrapartida da venda antecipada, seja concedido um desconto para a instituição compradora.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Bancos: Itaú adquire parcela do Banco Carrefour
Nesta sexta-feira, dia 15, o Banco Itaú anunciou a compra de 49% do Banco Carrefour, à vista, pelo montante de R$ 725 milhões. O banco lider do mercado nacional irá participar diretamente da gestão do banco da rede varejista, cuja principal operação é a de cartões de crédito, seguida pela de seguros.
O Banco Carrefour já havia sendo sondado pelo Bradesco e a expectativa era de que este iria adquiri-lo, porém, em uma rápida negociação o Itaú anunciou a compra, que, segundo o diretor corporativo e de controladoria deste, Rogério Calderón, porta o objetivo de ampliar sua presença no financiamento ao consumo, reafirmando o foco do banco também pela baixa renda.
O Carrefour, cujo objetivo na venda de parte ao Itaú é expectativa de alavancagem das vendas, manterá o controle do banco, através de seus 51% do capital, porém com gestão compartilhada. Assim, a aquisição evidencia o intenso processo de consolidação e expansão do setor bancário no Brasil, em vistas às ótimas perspectivas de uma maior bancarização da população brasileira, aumentando seu faturamento. O Itaú também já sinalizou a possibilidade de inclusão de novos produtos e serviços financeiros para serem oferecidos nos 163 supermercados do Carrefour no País.
Bancos: BMG anuncia a compra do banco Schahin
O banco mineiro BMG anunciou na última quarta-feira, dia 13, a compra do Banco Schahin, ligado ao grupo empresarial de mesmo nome. O BMG se caracteriza como uma das principais e mais ativas instituições brasileiras na concessão de crédito com desconto em folha de pagamento, o consignado. O valor da transação não foi divulgado.
Entretanto, segundo informações, a aquisição deverá ser financiada em parte com capital do próprio banco, elevando seu nível de alavancagem. Assim, o BMG realiza uma compra sem folga de capital, de modo diferente ao que acontece no setor. O Schahim também é um banco especializado em crédito consignado em folha de pagamento bem como o financiamento de veículos usados; todavia este vinha operando desde meados de 2010 com o índice de Basiléia (alavancagem) abaixo dos 11% permitidos pelo Banco Central, apontando 10,97% em dezembro de 2010, necessitando então, de um aumento de capital, situação percebida pelo BMG, sendo este um ponto importante na decisão dessa transação.
Após adquirir a seguradora Conapp - Companhia Nacional de Seguros, a GE Money, incluindo a GE Capital e a promotora de vendas GE Promoções, especula-se que o banco também poderá fechar nos próximos dias a compra do Banco Morada, um banco de pequeno porte do Rio de Janeiro especializado em financiamento habitacional. Uma justificativa para as aquisições é que após o caso do Panamericano, instituições financeiras especializadas e de médio porte passaram a apresentar dificuldades para manter o ritmo de seus negócios. Assim, começou-se um movimento de venda de carteiras de crédito para outras instituições e outras carteiras que se formam, se caracterizando como uma forma de conseguir dinheiro num menor espaço de tempo sem que, como contrapartida da venda antecipada, seja concedido um desconto para a instituição compradora.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Bancos/Cartões de Crédito: Governo anuncia novo aumento para IOF de empréstimos externos
Além desse endividamento, outra questão central de preocupação do governo é o gasto de brasileiros em viagens ao exterior. Os gastos com essas viagens registraram US$ 10,5 bilhões em 2010 e US$ 1,9 bilhão apenas nos dois primeiros meses de 2011. Assim, o governo anunciou o aumento do IOF sobre as compras com cartão de crédito no exterior, passando de 2,38% para 6,38%. As novas tributações fazem parte de medidas já assinadas e aprovadas pela presidente Dilma.
Com o aumento do IOF nas compras externas com cartões de crédito, o Ministério da Fazenda almeja uma redução dos gastos de brasileiros com viagens internacionais além de encarecer as pequenas importações que possam ser utilizadas para revenda dentro do país. Essa medida reforça o objetivo principal de conter o déficit em conta corrente do Balanço de Pagamentos nacional, que em janeiro e fevereiro chegou a US$ 8,8 bilhões, o maior da série histórica conforme pode ser observa do pelo gráfico abaixo.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Bancos e Cartões de Crédito: CBSS adquire parcela da Ibi Promotora de Vendas e processadora Fidelity, pertencente ao Bradesco
A venda das participações à CBSS é decorrente da estruturação pela qual o Banco Bradesco está passando, juntamente ao Banco do Brasil, para constituírem a Elo Participações, caracterizada por uma holding não operacional na qual os dois bancos lançarão uma nova bandeira de cartões de pagamento: a Elo, projeto anunciado ha cerca de um ano. A Caixa Econômica Federal está nos trâmites finais de um processo para se integrar à sociedade e assim, juntos, os três bancos prevêem que os primeiros cartões emitidos com a nova bandeira aconteça já no mês de março.
No patamar abaixo na Elo Participações haverá uma holding de serviços, responsável pela gestão da bandeira nas modalidades crédito, débito e pré-pago, estrutura essa que irá abarcar a CBSS e é onde entram a Ibi e a Fidelity. Assim, a incorporação da primeira pela CBSS tem como objetivo potencializar o negócio de cartões pré-pagos, importante parte da bandeira Elo, enquanto a segunda já é a processadora dos cartões Visa Vale. O objetivo maior que é vislumbrado pelas instituições envolvidas é aumentar verticalmente a cadeia de sinergias entre elas, o que já era esperado no plano de criação da nova bandeira.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Cartões de Crédito/Bancos: Caixa lança Cartão Aluguel
A Caixa Econômica Federal lançou na última segunda-feira, dia 20 de dezembro, o "Cartão Aluguel Caixa", com o objetivo de substituir o fiador assim como a necessidade de pagamento de depósito caução ou seguro-fiança como garantia para locação de imóveis residenciais. A iniciativa possui um cunho social, visto a dificuldade burocrática em se alugar imóveis, principalmente em cidades metropolitanas. Sendo assim, a renda mínima para se ter o cartão será de R$ 1 mil.
O novo cartão terá uma taxa de anuidade de R$ 96,00 e será oferecido nas bandeiras Mastercard e Visa versão internacional. O cliente terá dois limites, sendo um para o pagamento de compras no varejo e outro exclusivamente para aluguel. Assim, se a função de locação for ativada, será cobrada uma taxa de manutenção de 6,67% em contrato fechado entre banco e imobiliária, podendo variar de 2 a 12 meses. A fatura então passará a incluir o valor do aluguel que, no caso de inadimplência, acarretará um pagamento de juros de 10,02% ao mês que deverá ser pago em cartão convencional.
Em um primeiro momento, o serviço está disponível em quatro imobiliárias, sendo duas de São Paulo e duas de Goiânia. A perspectiva é de que até 2 mil imobiliárias sejam credenciadas no período de um ano. Assim, enquanto o custo do seguro-fiança oscila entre o valor de 1 a 1,5 mês de aluguel, o custo do novo cartão será de 0,66% do valor do aluguel-mês, o que favorecerá o mercado imobiliário nos próximos anos, haja a vista o grande número de imóveis para locação e a dificuldade em se conseguir a documentação exigida ou o pagamento da caução ou fiança. Segundo o presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), José Augusto Viana Neto, a importância do novo produto se dá no maior estímulo à competição tanto intrabancária, onde novos bancos poderão lançar produtos semlelhantes como com as seguradoras, que pensarão em reduzir o valor dos seguros, estimulando, assim, a atividade imobiliária.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Bancos: Banco do Brasil, Bradesco e BES se unem para investir na África
A parceria se justifica pelo continente ser considerado, sob a visão do executivo dos três bancos, a última fronteira de desenvolvimento no mundo, dando possibilidade de apoio tanto às empresas brasileiras como portuguesas que objetivam negócios na região. Segundo o diretor presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, o objetivo é “aumentar, turbinar e fazer com que cresçam as economias africanas com a força das três instituições”. O prazo estimado para que os bancos definam a estrutura da parceria e o volume de investimentos necessários para a colocação dos planos em prática é de 60 a 90 dias, que será realizada a partir das operações do BES África.
O esperado é que as instituições brasileiras façam um aporte de capital através da holding portuguesa no continente africano em troca de uma participação a ser definida. Ressalta-se que a nova parceria não prevê exclusividade, ou seja, cada uma das instituições poderá traçar diferentes estratégias para a África, caso julguem necessário, mas ressaltando a importância de atuarem de forma coordenada com os governos locais, segundo alegou o presidente do BES, Ricardo Salgado. Assim, a associação dos três bancos justifica-se pela contribuição específica dada por cada um para o sucesso da parceria, sendo que, o BB entrará com sua experiência no financiamento da agricultura e liberação de crédito à produção; o Bradesco com seu histórico e talento para a pulverização e popularização dos serviços bancários e o BES com sua experiência e conhecimento privilegiado do continente africano, visto sua presença na África há mais de cem anos.
Bancos/Cartões de Crédito: Caixa Econômica Federal anuncia sua entrada na gestão da bandeira de cartões Elo
A bandeira Elo foi criada com o objetivo de ser uma marca de cartão nacional, com foco nas classes C e D, além de aumentar a sinergia entre os negócios de cartões do BB e Bradesco. A empresa constitui-se como uma holding de capital privado e fechado, na qual o Bradesco possui participação de 50,01% e o BB, de 49,99%, obtendo, inicialmente, ativos estimados em R$ 15 bilhões, visto que abrigará duas empresas controladas pelos dois bancos: a Cielo e a Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS), que administra os cartões de benefícios Visa Vale. A estimativa é que o primeiro cartão com a nova bandeira seja emitido até outubro deste ano.
Inicialmente, a CEF obterá cerca de um terço do capital da holding que irá administrar a bandeira e, com a entrada neste mercado, o objetivo é aumentar sinergias através de ganhos em escala e base de clientes. A meta é que a holding obtenha 15% do faturamento do mercado de cartões em cinco anos. A Caixa também apresentou na mesa de negociações uma intenção de ampliar sua participação na Cielo (ex-Visanet), que atualmente é de apenas 1,4%.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Bancos: Banco do Brasil compra controle acionário do Banco Patagonia
Segundo o Banco do Brasil, essa estratégia de avanço para o exterior se fundamenta segundo três importantes fatores: a expansão das relações comerciais do Brasil com o mundo, a existência de comunidades de brasileiros no exterior e a internacionalização de grandes empresas nacionais.
Assim, a operação visa três objetivos: Primeiramente, ampliar negócios com empresas brasileiras e argentinas que atuam na Argentina; diversificar o portfólio de produtos e serviços do Patagonia e com isso expandir sua restrita carteira de crédito, principalmente em operações com empresas brasileiras e argentinas que atuam no atacado e, como último objetivo, participar na cadeia de valor do segmento empresas na Argentina, via atendimento às micro e pequenas empresas, empregados dessas, fornecedores, dentre outros.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Bancos: Caixa Econômica adquire 35% das ações do Banco Panamericano.
A intenção da Caixa ao realizar esta aquisição é ampliar o setor de crédito. Atualmente a instituição possui uma carteira de R$ 40 bilhões e agora passará a contar com R$ 49,3 bi, composta ainda de forma mais diversificada. A Caixa é especializada em financiamentos habitacionais e o banco Panamericano fornece créditos para compra de veículos, empréstimos consignados, operações de leasing e crédito direto ao consumidor, sendo a maioria de seus clientes de baixa renda. A intenção do Panamericano é poder usufruir da rede de agências que a Caixa disponibiliza, já que eles não possuem esse canal de relacionamento com o cliente.
Para ambas as instituições, o foco continuará sendo atingir o público das classes C,D e E, que foi o ponto de sinergia da aquisição. Com a tal medida, os bancos pretendem ampliar o crédito para o ano que vem em cerca de 30% em diversos segmentos da economia. Esta foi a primeira aquisição da Caixa após a liberalização dos bancos públicos para a compra carteiras de bancos privados e reflete a diversificação na atuação do sistema de crédito público, antes tradicionais apenas no setor imobiliário, importação e exportação.
