terça-feira, 31 de outubro de 2017
Laticínios: Lala conclui aquisição da Vigor e de 50% da Itambé
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Laticínios: Permissão para usar o leite em pó na produção do leite pode causar prejuizos
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Laticínios: Exportações para a Rússia deslancham
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Carnes e Laticínios: Rússia libera a entrada das exportações brasileiras no país
quinta-feira, 5 de julho de 2012
O objetivo do investimento está ligado ao plano de expansão da companhia, que planeja crescer entre 20 e 25% ao ano. No últimos anos, a Vigor cresceu a uma taxa anual de 9 a 11%, quase o dobro do setor. O plano visa a consolidação e expansão de marcas já existentes, devendo levar o crescimento da empresa para âmbito nacional - hoje a empresa se caracteriza por consolidação regional.
O setor de laticínios vem encontrando sustentação no aumento da renda do brasileiro para se expandir. No últimos anos, os produtos com maior valor agregado, principalmente iogurtes e sorvetes, tem encontrado demanda crescente. Ademais, a listagem na Bolsa da companhia, tende a dar maior visibilidade e interesse de investimentos no setor, impactando em melhores margens para toda a indústria láctea.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Laticínios: BRF anuncia mais um investimento em Laticínios
A escolha do local é estratégica, pois Glória de Dourados é a maior bacia leitera do estado, além de estar bem localizada logísticamente. Espera-se que sejam entregues 120 mil litros de leite por dia, que deverão resultar em incremento de 200 toneladas por mês de queijo, somando uma capacidade total de 600 toneladas por mês dos queijos das marcas Sadia e Santa Rosa/Elegê.
O investimento vem em linha com o plano da empresa de ampliar sua participação no mercado de laticínios brasileiro, através da ampliação da produção e de lançamentos de novos produtos. O segmento de lácteos apresentou crescimento médio de 10% nos últimos 2 anos e tem fôlego para continuar a se expandir. A postura da empresa deixa claro seus planos de expansão no setor, podendo aquecer a concorrência e impulsionar novos investimentos.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Setor de Laticínios: Brasil Foods investe na Batavo em busca de reposicionamento
A Batavo pretende lançar ainda em maio os primeiros itens que darão início a esta estratégia de recolocar a marca no mercado de lácteos do Brasil. A idéia é lançar três linhas de iogurtes adoçados com frutose e livres de corantes artificiais além de uma linha de leite com até 3% de gordura. A empresa ainda possui projetos para entrar no mercado de probióticos.
A estabilidade econômica que o Brasil tem vivenciado, com maior distribuição de renda, elevando o padrão de consumo de classes, outrora menos favorecidas, tende a aumentar a demanda por bens de maior valor agregado, inclusive no setor de laticínios. Ademais as preocupações com a saúde vem modificando as preferências de consumo da população e aumentado as pesquisas em produtos benéficos à saúde. Esta tendência tende a permanecer no País o que tende a favorecer o setor como um todo.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Laticínios: Frosty investe em fábrica no Ceará
A fábrica deverá ter capacidade anual para a produção de 8,1 milhões de picolés e 180 mil litros de sorvete, alcançando faturamento de R$ 20,5 milhões. O projeto da Frosty deverá gerar pelo menos 200 empregos diretos, sendo 80% moradores da cidade de Maracanaú. A planta deverá começar a funcionar em dezembro de 2012.
A expansão dos trabalhos da Frosty vem em linha com o crescente consumo de sorvetes no Brasil, impulsionado pelo aumento da renda da população. Em 2011, o brasileiro alcançou o consumo per capita 6 litros por ano, acumulando desde 2003 um aumento de 58,9%. Entretanto, ainda demonstra o grande potencial de crescimento existente, visto que nos Estados Unidos e Nova Zelândia o consumo per capita ultrapassa 20 litros por ano.
Laticínios: Nestlé investe no Rio Grande do Sul
Com o investimento, a empresa prevê elevar em até 10% a produção de lácteos, hoje em 70 mil toneladas, e a capitação de leite, hoje em 350 mil litros. Além disso, a empresa espera aumentar as exportações da fábrica de 9% para 20% da produção, atendendo principalmente aos mercados da América Latina e Europa. A companhia espera que a modernização da planta esteja pronta até o final de 2012.
O investimento da Nestlé em tecnologia, que permite a produção com maior qualidade agregando valor ao produto, pode ser uma saída para o problema que o setor de laticínios enfrenta: a balança comercial de laticínios há algum tempo encontra-se deficitária, e a diferença vem aumentando bastante nos últimos meses, o que pressiona o setor para encontrar meios para aumentar suas exportações. Ao agregar valor, a cadeia se torna mais competitiva e, dessa forma, poderia exportar mais.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Massas e Biscoitos / Laticínios / Chocolates e Balas: Nestlé amplia investimentos no mercado brasileiro
O objetivo explícito da multinacional é crescer o dobro da expansão do PIB brasileiro no ano. Para cumprir esse objetivo, a empresa planeja investir no aumento da sua capacidade produtiva, aplicando recursos em ampliação e construção de novas fábricas, tecnologia, inovações, e, até mesmo, possíveis aquisições, a fim de atender ao crescente mercado interno. Além disso, os investimentos em diversificação de produtos e na sua divulgação poderão apresentar relevância crescente nos planos de investimentos da multinacional.
O Brasil é o segundo maior mercado da Nestlé no mundo e atualmente onde a corporação mais cresce, segundo Ivan Zurita, presidente da empresa no país. Assim, a ampliação dos investimentos direcionados ao Brasil reflete a percepção otimista das grandes empresas acerca do mercado brasileiro para os próximos anos. De fato, a dinâmica do mercado de trabalho, com níveis de desemprego consideravelmente abaixo dos patamares históricos, a maior distribuição da renda, com o conseqüente crescimento da classe média e a relativa estabilidade inflacionária, tem indicado tendência favorável ao mercado de bens de consumo.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Setor de Laticínios: Monticiano e Bom Gosto criam gigante do leite com participação do BNDES.
A participação do BNDES no capital de empresas tem gerado críticas de setores da sociedade. No entanto, neste caso, a condição imposta é que sejam feitos investimentos na cadeia produtiva do leite e não somente no segmento industrial do setor. O aporte total do BNDESPar será de R$ 700 milhões nas quais R$ 450 milhões serão utilizados via aumento de capital e o restante na forma de subscrição de debêntures conversíveis que serão emitidas pela nova empresa.
A LBR – Lácteos Brasil terá previsão de faturamento da ordem de R$ 3 bilhões além dos diversos ganhos de sinergia que englobam distribuição, otimização da capacidade produtiva e melhor qualidade nas matérias-primas que pode decorrer de um sistema integrado entre produtores e indústria. A nova empresa contará com 30 unidades de processamento com 6.400 funcionários além dos 56 mil fornecedores de leite atuando em todo território nacional. O portfólio da nova gigante pretende abarcar todas as classes sociais com produtos que vão desde o leite longa vida até iogurtes e queijos.
A tendência de consolidação deve continuar no setor de laticínios uma vez que o setor é extremamente pulverizado e onde os principais atores do setor respondem por 6% do mercado nacional. Esta perspectiva poderá encontrar alguns entraves devido a grande dispersão das fazendas produtoras dentro do território nacional; em contrapartida seria benéfica pelos diversos ganhos de sinergia.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Laticínios / Chocolates e Balas / Refrigerantes e Água Mineral: Nestlé prevê investimentos de até R$ 500 mi para 2011
No primeiro semestre de 2010, a subsidiária brasileira da Nestlé faturou R$ 4,5 bilhões, valor 11,5% superior ao observado no mesmo período de 2009. Segundo Zurita, atualmente o país é onde a corporação mais cresce em sua presença no mundo. Esses resultados evidenciam a percepção da existência de forte potencial de crescimento do mercado brasileiro pelas grandes empresas, inclusive as atuantes no segmento de bens de consumo.
O setor de alimentos e bebidas tem apresentado tendência crescente, influenciada pelo comportamento benéfico da demanda interna. Esse cenário favorável à realização de investimentos é delineado pelas perspectivas favoráveis quanto ao panorama macroeconômico, que concilia crescimento econômico e controle inflacionário; com boas perspectivas quanto ao mercado de trabalho e, conseqüentemente, ganhos no poder de compra da população.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Laticínios: Danone investe R$ 60 milhões no Ceará
O grande potencial de crescimento dos mercados nortista e nordestino em conjunto com a estratégia de regionalização das operações da Danone, iniciada há três anos, foram as principais forças propulsoras da reativação da unidade.
A escolha do Ceará se deu em função do alívio fiscal de 90% do ICMS concedido pelo Governo do Estado, pelo período de dez anos, em troca do comprometimento da organização em comprar leite dos pequenos fornecedores locais.
Os produtos deverão ter suas embalagens em formato econômico, mais adequadas aos hábitos de consumo das classes C, D e E . Também haverá lançamentos de novos sabores, adaptados ao paladar regional, como os de frutas típicas.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Laticínios: Compra da Cedrense pela Bom Gosto dá continuidade ao processo de consolidação no setor de laticínios
A compra da Cedrense foi considerada estratégica, não apenas por permitir um acréscimo de cerca de 500 mil litros ao dia à capacidade de produção da Bom Gosto, mas por firmar a organização no segmento de queijos, ampliando o mix de produtos.
O forte crescimento do segmento de leite longa vida desde meados da década de 90, a elevação das exportações de leite em pó a partir de 2007, e em parte, o episódio de fraude de leite cru em Minas Gerais, em 2007, deram início ao processo de consolidação do setor de laticínios. Somente o Laticínio Bom Gosto realizou 7 aquisições, as quais totalizaram cerca de R$ 232 milhões, desde julho de 2007.

