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quinta-feira, 2 de março de 2017

Construção – Distratos na construção civil: possível alavanca para o mercado imobiliário em 2017


Hoje em dia em caso de cancelamento da compra de um imóvel, a construtora recebe o imóvel de volta, e deve devolver no mínimo 75% do que foi pago pelo comprador, no caso de a culpa do distrato ser dele (comprador), por não conseguir o financiamento, por exemplo. Quando o cancelamento for por culpa da construtora, no caso de atraso na entrega do imóvel, por exemplo, a devolução do valor deve ser de 100% e com atualização monetária. Pela lei, a construtora pode atrasar a entrega em até 180 dias.

A crise elevou o número de distratos — isto é, quando o consumidor desfaz o contrato de compra e venda na planta e pede a devolução de parte do valor pago — afetando severamente o mercado imobiliário. Em 2016, a cada dez vendas no mercado imobiliário em média quatro foram canceladas pelos compradores, prejudicando o caixa e o planejamento de construtoras.

Representantes das construtoras defendem que, em caso de distrato, haja retenção de um porcentual calculado sobre o valor do imóvel descrito no contrato. Por outro lado, as entidades de defesa dos consumidores querem que o cálculo se dê apenas sobre o valor que já tenha sido efetivamente pago.A crise que afetou em cheio o mercado imobiliário provocou uma onda de renegociações entre empresas e consumidores. Para evitar os tradicionais distratos, as construtoras passaram a negociar ao máximo com o consumidor.

Outro fator de desacordo é o prazo para as empresas devolverem os valores pagos pelos clientes. Empresários dizem que isso só deve ocorrer ao fim da obra, pois a devolução imediata compromete o caixa arrecadado para o empreendimento imobiliário, situação que também prejudicaria os consumidores que não desistiram dos imóveis.

Neste sentido, considerando os desdobramentos da questão dos distratos e a necessidade de medidas que impulsionem a atividade econômica e a geração de empregos, levando em conta que o mercado imobiliário é intensivo em mão de obra, a Lafis considera que o Governo juntamente com órgãos de defesa do consumidor e representantes do setor da construção chegará a um acordo ainda em 2017, fato que, no mínimo, traria maior segurança jurídica ao setor, podendo ainda colaborar para uma maior previsibilidade e segurança financeira por parte das companhias do setor, a depender do que for estipulado ao fim do acordo.

Analista Responsável pelo Setor: Marcel Tau Carneiro.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Construção/Cimento/Materiais de acabamento/Tintas: Cautela no curto prazo e oportunidades de longo prazo


Em 2014, o setor de construção civil apresentou um fraco desempenho, que pode ser observado por meio de diversas variáveis, tais como a retração de 5,1% no PIB de construção civil de janeiro a novembro de 2014 em relação ao mesmo período do ano anterior, retração da produção de insumos típicos da construção civil, desaceleração do crédito ao mercado imobiliário e queda no número de emprego formal no terceiro trimestre de 2014 em relação ao mesmo trimestre de 2013.

Deste modo, o baixo ritmo de construção civil já vem impactando os resultados e/ou perspectivas de toda a cadeia de relacionamento, como o setor de cimento, materiais de acabamento, tintas, dentre outros. Considerando ainda as denúncias da operação lava-jato contra grandes construtoras brasileiras, responsáveis pelas principais obras de infraestrutura no país e as suas consequências (default e redução da nota de crédito dada por agências internacionais) e a menor propensão do governo em investir no curto prazo, em linha com o ajuste fiscal, a tendência é que 2015 seja um ano desafiador para o setor de construção civil.


No entanto, se por um lado há diversos indicadores da conjuntura econômica que se mostram desfavoráveis aos dois grandes segmentos da construção civil (infraestrutura e imobiliário) e seus fornecedores, por outro lado há grandes oportunidades de longo prazo para ambos os segmentos, considerando a necessidade de ampliação e modernização de diversos segmentos ligados à infraestrutura e ao grande déficit habitacional, que ainda é uma realidade brasileira. Existem ainda oportunidades ligadas à adoção de novas tecnologias que permitam maior produtividade na execução de obras.


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Construção: OAS, Odebrecht e UTC investirão R$ 1,5 bi para a construção de um polo industrial na Bahia

http://www.lafis.com.br/lafisinstitucional/relatorio-analise-setorial/Construcao.asp


As construtoras OAS, Odebrecht e UTC e a empresa de consultoria financeira Ask Capital irão investir cerca de R$ 1,5 bilhão na instalação de um polo industrial na região do recôncavo baiano.

O projeto foi desenvolvido considerando o crescimento do setor petrolífero e o "renascimento" do setor naval no país, os dois segmentos que o polo pretende atender, por meio da criação de uma ampla infraestrutura.

O estudo e o relatório de impacto ambiental (EIA/Rima) do empreendimento já foi finalizado e a estimativa é começar a terraplenagem dentro de aproximadamente três meses. O início das operações está previsto para o fim de 2014.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Construção: Após união com Essentium, Niplan foca em grandes obras


Após a união do grupo espanhol Essentium com a brasileira Niplan Engenharia no final de julho, a companhia amplia o foco de atuação para grandes obras de infraestrutura no país, principalmente aeroportos e rodovias. Na operação, a companhia espanhola ficou com 50% do capital societário da brasileira, parte da aquisição envolveu a compra de ações dos atuais acionistas e outra parte se deu na forma de aporte de capital do grupo espanhol na companhia. O valor da transação não foi revelado.

A Essentium atua há mais de 30 anos no setor de infraestrutura, só no ano de 2011 a companhia faturou € 485 milhões. Já a Niplan é especializada no segmento industrial, realizando projetos industriais para praticamente todos os setores, dos quais a Essentium considera especialmente estratégicos óleo e gás, siderurgia e mineração. Entre os clientes de peso da Niplan estão Petrobras, Vale, ArcelorMittal, grupo Votorantin e Samarco. A empresa alcançou em 2011 um faturamento de R$ 512 milhões.

De acordo com a Niplan, a união trará reforços nos negócios internacionais, atualmente a empresa possui apenas um escritório no Uruguai, com baixo fluxo de projetos. Por sua vez, a Essentium possui unidades na América Latina, Europa, Ásia e África onde realiza projetos de engenharia. Porém, com o agravamento da crise européia e a desaceleração na China e no Brasil, investimentos importantes estão sendo adiados, de acordo com a Niplan, espera-se que os efeitos do cenário internacional no Brasil sejam limitados e que, em 2013, já ocorra uma retomada nos investimentos.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Construção: Coldwell Banker investe no Brasil


A rede americana de franquias imobiliárias Coldwell Banker anunciou, em fins de junho, sua entrada no mercado brasileiro de imóveis para as classes média e média alta. Os sócios da empresa investirão cerca de R$ 17 milhões no País em cinco anos, período em que esperam que o Valor Geral de Vendas (VGV) chegue a R$ 10 bilhões, e o número de franqueados, a 350. Do total projetado de franqueados, metade deverá ser de novas imobiliárias e metade de conversão de corretoras que já atuam no mercado.

A companhia estima que o segmento de imóveis usados tenha maior participação no País em comparação ao de imóveis novos, principalmente na etapa inicial, por ser um segmento muito pulverizado. No nicho de franquias imobiliárias, a Coldwell Banker vai disputar um mercado liderado por RE/MAX Brasil e Century 21 Brasil Real Estate, que atuam principalmente em imóveis usados. A RE/MAX Brasil tem 197 unidades com presença em 20 estados. Por sua vez, a Century 2, focada na classe média-alta, tem 78 agências em operação no País, em 22 estados.

A empresa adquiriu direitos para ser máster franqueada e planeja a ampliação de sua rede via desenvolvedores estaduais, os quais terão como função oferecer suporte aos franqueados e corretores, desde orientações sobre o processo de franquia da marca a treinamentos de capacitação. Segundo informação da direção de expansão da marca, a estratégia da empresa em trabalhar com a transformação de imobiliárias já existentes objetiva atender necessidades regionais e diferenças culturais. Inicialmente estudam divulgar a marca somente a possíveis franqueados para depois começarem a atuar com os consumidores finais. O foco dos investimentos da empresa para aumentar seu faturamento será voltado à busca online e às mídias sociais. Toda a movimentação da empresa visa sua inserção no crescente mercado imobiliário brasileiro.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Construção: Lopes realiza sua 25º aquisição no setor imobiliário em Londrina


A LPS Consultoria de Imóveis, conhecida como Lopes, comprou 51% da imobiliária Raul Fulgêncio, de Londrina (PR) por R$ 36 milhões. Deste valor, será pago R$ 14 milhões como entrada, sendo o restante do valor pago a partir do primeiro ano de operação em três parcelas anuais, a compra foi realizada com recursos próprios. A negociação durou quase um ano e foi a maior aquisição feita pela Lopes desde 2010, a imobiliária já realizou 25 aquisições desde sua abertura de capital.

A Raul Fulgêncio era a maior das imobiliárias da região Sul, que não fazia parte da rede da Lopes ou da Brasil Brokers, e tinha como foco nas suas vendas imóveis novos. Isso representa uma oportunidade para Lopes, que concentrou seus esforço de aquisição em imobiliárias especializadas no mercado de usados. Para Marcello Leone, diretor financeiro e de relações com investidores da Lopes, a expectativa é que as vendas da Raul Fulgêncio superem R$ 560 milhões nos próximos 12 meses, sendo sua maioria, lançamentos.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Shopping Center e Construção: Construtora Godoi planeja novos empreendimentos no modelo open malls


Após investir R$ 160 milhões na construção do The Square, em Cotia, região metropolitana de São Paulo, a construtora Godoi busca áreas para novos empreendimentos no segmento open malls, shoppings  inspirados nos modelos norte-americanos com centros de compra a céu aberto.

De acordo com o presidente da construtora e administrador do The Square, Renato Godoi, a estratégia comercial está em atrair clientes que vivem nas áreas mais afastadas da região metropolitana e com difícil acesso aos grandes centros por causa do trânsito, com a união de serviços, lazer e escritórios. Para possibilitar a combinação dos três segmentos, apenas uma loja de cada setor foi autorizada a se instalar na área de 25 mil metros quadrados, ocasionando disputas por parte de grandes empresas pelo espaço.

Como o segmento possui um grande potencial de crescimento, Godoi possui uma expectativa de avançar 40% em volume de negócios no próximo ano, com a pretensão de atrair clientes de shoppings tradicionais de São Paulo que buscam conforto e exclusividade. Outro modelo semelhante ao the Square é o Brascan Century Plaza, localizado no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo, empreendimento  lançado em 2003 com uma área de 12 mil metros quadrados.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Construção: Paladin Adquire Parte da Incorporadora You


Um acordo de R$ 150 milhões selou a parceria entre a Paladin Realty Partners e a incorporadora You . Através, de um fundo, a Paladin comprou um terço da You. Ao total, serão desembolsados R$ 150 milhões, nos próximos dois anos, a serem destinados na compra da participação na empresa, bem como para os investimentos da joint venture que irá desenvolver projetos em conjunto. Pelos termos do acordo, o prazo do investimentos do fundo na empresa é de sete anos. A partir de 2014, o fundo começa a ter retorno dos aportes com o recebimento de dividendos. Ao fim do período de investimento, a You poderá ser listada no Bovespa Mais, mercado de balcão organizado da BM&F Bovespa.

Desde começo do mês de março, agora em um contexto de queda na taxa de juros,  o Governo vêm pressionando os bancos a reduzirem o Spread bancário no Brasil que é um dos maiores do mundo. Bancos como a Caixa, Banco do Brasil, Banrisul e o único banco privado, o HSBC já realinharam suas taxas de juros. Se esta tendência se confirmar, o setor de construção ganhará novo impulso. Com taxas de juros mais baixas as construtoras terão condições de fazer maiores investimentos a custos de crédito mais baixo.

Construção: Dilma Amplia Minha Casa Minha Vida para 2,5 mil Cidades



A presidente Dilma Rousseff anunciou uma medida que beneficiará aproximadamente 2,5 mil prefeitos de todo o Brasil. O Governo ampliará o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida para municípios com menos de 50 mil habitantes. Os desembolsos do Governo, focados na população de baixa renda, somarão R$ 2,8 bilhões. 

Dados do Palácio do Planalto, estimam que o Minha Casa, Minha Vida já atende 3.465 municípios de todos os estados brasileiros. Segundo o Governo, a segunda edição do programa superou as metas fixadas para 2011. Em vez de contratar a construção de 400 mil unidades, foi anunciada a construção de 457 mil casas. Desse total, 33% já foram entregues. As unidades contratadas destinadas a famílias de baixa renda somaram 104 mil no ano passado.

Para 2012, a expectativa é contratar 496 mil novas unidades e destinar 57% desse total para famílias de baixa renda. Até o fim de fevereiro, 100 mil casa foram contratadas e 30 mil unidades entregues. As construtores voltadas a baixa renda serão as grandes beneficiadas desta expansão do programa. Nesta linha, o déficit habitacional brasileiro de 5,5 milhões de moradias, concentradas principalmente no Sudeste e no Nordeste do país, ainda permite um grande mercado a ser explorado.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Construção: Thá Terá Novo Controlador


O presidente do grupo paranaense Thá, anunciou um novo acionista-controlador no grupo: o megainvestidor americano Sam Zell. Atraves Equity International, o empresário negociou a compra de boa parte do grupo Thá.

Através da Equity International, Zell atua desde 2005 na da incorporação de imóveis residenciais no Brasil. Agora com a entrada na Thá, o investidor tem uma empresa de engenharia e de vendas imobiliárias, que são ramos novos para a Equity International no país.

Para o presidente do grupo Thá o mercado de imóveis vai continuar a crescer no Brasil e há oportunidades para todas as classes sociais. Apesar da desacelerção econômica em 2011, a queda na taxa de juros e o pacote de R$ 60,4 bilhões anunciado pelo podem trazer grandes benefícios para o setor que depende do controle de custos e da facilidade do crédito para continuar a crescer.

terça-feira, 6 de março de 2012

Construção: Incorporadora americana Related chega ao Brasil


A Incorporadora Related Brasil anunciou no dia 28 de fevereiro o início de suas atividades. Com investimentos previstos de US$ 1 bilhão para os próximos três anos, a empresa pretende se tornar uma das maiores incorporadoras do país, competindo com outras grandes como a PDG Realty e a Cyrela. A empresa irá atuar nos segmentos residencial (média a alta renda), comercial (venda e locação), shopping centers, projetos de uso misto e hotelaria. Já nos próximos três meses a empresa começa a investir no território nacional com estimativa de aportes de US$ 120 milhões nos primeiros projetos.

Criada a partir das incorporadoras norte-americanas The Related Group, de Miami, e Related Companies, de Nova York, a empresa atua desde a década de 70. A incorporadora tem presença em segmentos como residencial, comercial de e hotéis. Na América Latina o Grupo tem projetos em mercados como México, Colômbia, Bahamas, Uruguai e agora no Brasil, onde a sede da nova empresa será instalada em um escritório na região da Faria Lima, na zona Sul de São Paulo.

Segundo o brasileiro Jorge M. Perez, presidente-executivo do Related Group, o mercado brasileiro ainda tem um grande potencial se comparado com outros mercados, como a Europa e os Estados Unidos. Além disso Perez destaca que um dois principais motivos da entrada no Brasil foi o aumento da renda da população. Assim, a empresa entra no país com vistas as boas perspectivas de crescimento da economia brasileira.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Construção Civil: Acordo garante 8 bilhões para construção de moradias em São Paulo.


Em um compromisso público entre a presidente Dilma Rousseff e o governador Geraldo Alckmin, ficou acertado a assinatura do termo de cooperação do programa Minha Casa, Minha Vida, para a construção de 97 mil moradias populares em SP. A solenidade do evento foi marcada pela exaltação da relação respeitosa entre figuras públicas e pelo discurso de Dilma, que fez questão de citar realizações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e falar sobre seu mandato de continuidade.

O valor do convênio foi fixado em R$ 8 bilhões, que vai possibilitar a construção de 100 mil moradias para famílias com renda de até R$ 1.600 no Estado. Deste total, R$ 6,1 bilhões virão do governo federal e R$ 1,9 bilhão, do estadual. A parceria atenderá, principalmente, as regiões metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista, Campinas, Vale do Paraíba e litoral norte, que concentram 70% do déficit habitacional paulista. As moradias ficarão prontas até 2015. As famílias pagarão 120 parcelas mensais, que podem ser até 10% de seu rendimento. O valor mínimo da prestação será de R$ 50 e o máximo de R$ 160. A área de cada unidade será de 43 metros quadrados.

Este grande investimento trará novo ânimo para as empresas de construção civil que focam a construção voltada para baixa renda. Vale ressaltar as oportunidades para as construtoras, devido ao grande déficit habitacional não só do estado de São Paulo mas em todo o Brasil que chega a 5,8 milhões de moradias.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Construção: Anunciada Fusão entre BR Properties e WTorre


Foi anunciado no último dia 15 de setembro uma grande fusão entre as companhias BR Properties e Wtorre Properties. No novo negócio, as empresas revelaram que nascerá a maior empresa de administração de imóveis do país, com o foco voltado para aluguéis de escritórios comerciais, varejo e galpões. As companhias aproveitam o bom cenário econômico nacional e a alta demanda por aluguel de imóveis no Brasil para se destacarem como uma das líderes no segmento, com um portfólio de R$ 10 bilhões em ativos. Com a realização da fusão, o banco BTG Pactual surgirá como o maior acionista da nova empresa, com o equivalente a 30,8% do capital. Tudo isso se deve ao fato de a WTorre ser incorporada pela BR Properties, uma firma que já possuía capital pulverizado na Bolsa de Valores. Desta forma, a BR Properties adquire os imóveis da antiga concorrente, pagando o acordo na forma de ações. Já com relação ao banco, por possuir participação na WTorre, este entrará como sócio financeiro. Sendo assim, na nova estrutura acionária a BR Properties ficará com 58,1% das ações, enquanto os novos investidores minoritários ficarão com 2,7%. Vale ressaltar que segundo as firmas, o banco não possuí o interesse de atuar como investidor de longo prazo. A ação acontece em um cenário econômico favorável, tendo em vista os eventos que serão sediados pelo país, como Copa do Mundo e Olímpiadas. O Governo Federal através do Ministério do Planejamento pretende realizar investimentos que podem chegar a R$ 1,8 bilhões, tendo como principais objetivos obras de infraestrutura, que movimentarão diversos setores da economia, em destaque o de construção civil. Além do mais, o segmento no país já apresenta uma forte demanda por aluguéis, principalmente no âmbito comercial e de varejo, evidenciando ótimas oportunidades que podem ser desfrutadas com a união das empresas, tendo em vista o novo portfólio formado pelo grupo.