A Rhodia, empresa especializada em produtos químicos e controlada pela belga Solvay, em parceria com a norte americana Cobalt, construirão no Brasil sua primeira fábrica global de bio n - butanol. O produto, no qual o Brasil não é autosuficiente, será obtido através do bagaço da cana de açúcar, em processo semelhante ao da geração de etanol de segunda geração. O projeto será executado em duas etapas: a primeira através de uma unidade de demonstração instalada ao lado de uma usina de etanol (a partir de 2013) e a segunda com a construção de uma fábrica para produção industrial que deverá entrar em funcionamento à partir de 2015.
A capacidade de fabricação em escala industrial poderá atingir até 100 mil toneladas por ano e poderá suprir a demanda anual do país (50 mil toneladas). O Brasil importa mais de 60% das suas necessidades de butanol que é derivado de matérias primas fósseis e é utilizado na produção de solventes voltados para o segmento de tintas para a indústria automobilística.
Essa fábrica representa uma inovação tecnológica no setor químico e petroquímico, o que poderá gerar uma dinâmica alternativa a essa indústria que constantemente vem sendo prejudicada pela importação de componentes químicos dessa mesma natureza.
A capacidade de fabricação em escala industrial poderá atingir até 100 mil toneladas por ano e poderá suprir a demanda anual do país (50 mil toneladas). O Brasil importa mais de 60% das suas necessidades de butanol que é derivado de matérias primas fósseis e é utilizado na produção de solventes voltados para o segmento de tintas para a indústria automobilística.
Essa fábrica representa uma inovação tecnológica no setor químico e petroquímico, o que poderá gerar uma dinâmica alternativa a essa indústria que constantemente vem sendo prejudicada pela importação de componentes químicos dessa mesma natureza.
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