A usina de Sete Lagoas estará localizada em uma área cedida pela prefeitura e será repartida em três unidades: uma área com capacidade de 2,5 MW, onde será a parte comercial, a segunda área onde ocorrerão os testes de tecnologia e a terceira que se situará a área destinada à pesquisa.
Até o momento, a energia solar se limita aos pequenos sistemas isolados que utilizam geração a bateria destinados às escolas, cooperativas e áreas rurais (o país utiliza de 2 a 3 MW por ano de energia fotovoltaica). Em Sete Lagoas, esta planejado a construção de laboratórios de pesquisa onde serão estudados, principalmente, o impacto no sistema de distribuição de energia, durabilidade dos equipamentos, sistema de proteção contra descargas atmosféricas, estratégias de compra e venda e análise do custo benefício. Embora a energia fotovoltaica ainda implique em custos excessivos, tem se tornado competitiva e vai de acordo com o aproveitamento deste potencial brasileiro e da renovabilidade.
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