Durante a semana três notícias foram destaques para o setor, todas relacionadas de forma direta ou indireta a infraestrutura portuária.
A primeira delas é referente à empresa operadora de contêineres Libra, que investirá R$ 110 milhões na compra de máquinas. Os novos equipamentos se destinarão para a movimentação de cargas nos portos de Santos e Rio de Janeiro. A empresa espera aumentar sua produtividade em cerca de 15%. A segunda é relacionada ao complexo industrial e portuário de Barra do Fundo, a obra está orçada em R$ 132 milhões. O contrato entre os municípios (Quissamã e Campos dos Goytacazes) e os consórcios das construtoras (Queiroz Galvão, Odebrecht e OAS) atuará na dragagem e na estabilização do canal de Barra do Fundo, o PAC 2 financiará parcialmente. A terceira notícia é sobre o Plano Geral de Outorgas. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) pode incluir alguns portos dos principais rios do país. A implantação dos terminais hidroviários pode reduzir em cerca de 30% os custos dos fretes, segundo a Antaq.
O interessante a se destacar dessas notícias é o contínuo aumento dos investimentos no setor que, de modo geral, apontam para uma maior relevância dentro da lógica de crescimento econômico. Segundo dados da Antaq, a participação do modal aquaviário na matriz de transportes é de cerca de 13%. Dessa forma, fica evidente o pouco aproveitamento deste modal num país de grandes extensões hidroviárias e ampla costa marítima. Diante das expectativas sobre as taxas de crescimento da economia nacional, os gargalos logísticos estão mais expostos. Uma das possíveis soluções está, justamente, no maior desenvolvimento do modal aquaviário, fato esse que é ilustrado por esse contínuo movimento de investimentos. Contudo, deve-se fazer a ressalva que a maturação desses aportes é de médio e longo prazo, ou seja, no curto prazo, o setor e, conseqüentemente, a economia nacional, ainda podem se prejudicar pelas deficiências estruturais.
A primeira delas é referente à empresa operadora de contêineres Libra, que investirá R$ 110 milhões na compra de máquinas. Os novos equipamentos se destinarão para a movimentação de cargas nos portos de Santos e Rio de Janeiro. A empresa espera aumentar sua produtividade em cerca de 15%. A segunda é relacionada ao complexo industrial e portuário de Barra do Fundo, a obra está orçada em R$ 132 milhões. O contrato entre os municípios (Quissamã e Campos dos Goytacazes) e os consórcios das construtoras (Queiroz Galvão, Odebrecht e OAS) atuará na dragagem e na estabilização do canal de Barra do Fundo, o PAC 2 financiará parcialmente. A terceira notícia é sobre o Plano Geral de Outorgas. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) pode incluir alguns portos dos principais rios do país. A implantação dos terminais hidroviários pode reduzir em cerca de 30% os custos dos fretes, segundo a Antaq.
O interessante a se destacar dessas notícias é o contínuo aumento dos investimentos no setor que, de modo geral, apontam para uma maior relevância dentro da lógica de crescimento econômico. Segundo dados da Antaq, a participação do modal aquaviário na matriz de transportes é de cerca de 13%. Dessa forma, fica evidente o pouco aproveitamento deste modal num país de grandes extensões hidroviárias e ampla costa marítima. Diante das expectativas sobre as taxas de crescimento da economia nacional, os gargalos logísticos estão mais expostos. Uma das possíveis soluções está, justamente, no maior desenvolvimento do modal aquaviário, fato esse que é ilustrado por esse contínuo movimento de investimentos. Contudo, deve-se fazer a ressalva que a maturação desses aportes é de médio e longo prazo, ou seja, no curto prazo, o setor e, conseqüentemente, a economia nacional, ainda podem se prejudicar pelas deficiências estruturais.
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