Gerido pela DGF Investimentos, o fundo de private equity FIP Terra Brasil adquiriu 32% da usina Paraíso Bioenergia em Brotas (SP), a terceira neste ano. O fundo ainda continua buscando novas oportunidades no setor para formar um pool de indústrias, no formato de sociedade anônima para futura entrada no mercado de capitais, que atinjam capacidade de moagem entre 15 e 20 milhões de toneladas.
O fundo disponibilizou R$ 300 milhões para investimentos no setor, dos quais o montante que se encontra entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões foram utilizados na compra dos três ativos. A Paraíso Bioenergia possui 27 mil hectares cultivados em uma proporção de 60% destinados à produção de açúcar e 40% à de etanol. Além disso, a injeção de capital permite a implantação de um projeto de co-geração de energia que contará com um outro investidor que proporcionará 70 megawatts de energia em 2013 ao custo estimado entre R$ 140 milhões e R$ 160 milhões.
Os novos aportes de capital no setor sucroalcooleiro, movimento intensificado desde 2008, possibilitou uma consolidação do setor. Isto proporcionou ao setor a expansão da produção dos produtos inerente a ele como açúcar e etanol, mas também possibilitou a utilização do bagaço da cana-de-açúcar para a geração de energia, que em diversas usinas excedem a sua utilização interna e possibilita a venda para terceiros. Tais fatos engrandecem o setor na sua tentativa de propagar o uso de energias renováveis.
O fundo disponibilizou R$ 300 milhões para investimentos no setor, dos quais o montante que se encontra entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões foram utilizados na compra dos três ativos. A Paraíso Bioenergia possui 27 mil hectares cultivados em uma proporção de 60% destinados à produção de açúcar e 40% à de etanol. Além disso, a injeção de capital permite a implantação de um projeto de co-geração de energia que contará com um outro investidor que proporcionará 70 megawatts de energia em 2013 ao custo estimado entre R$ 140 milhões e R$ 160 milhões.
Os novos aportes de capital no setor sucroalcooleiro, movimento intensificado desde 2008, possibilitou uma consolidação do setor. Isto proporcionou ao setor a expansão da produção dos produtos inerente a ele como açúcar e etanol, mas também possibilitou a utilização do bagaço da cana-de-açúcar para a geração de energia, que em diversas usinas excedem a sua utilização interna e possibilita a venda para terceiros. Tais fatos engrandecem o setor na sua tentativa de propagar o uso de energias renováveis.
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