Está previsto que, já
em 2015, os consumidores poderão abastecer seus carros com um novo combustível:
o etanol celulósico, feito da palha da cana. O combustível já é produzido em
algumas regiões do País e já é comercializado em postos, no entanto a escala
ainda é muito pequena e atinge poucos consumidores.
Com a expansão desse
tecnologia, inaugura-se um mercado que, no futuro, poderá ser promissor para a
indústria de celulose. Segundo players
do setor de combustíveis, a demanda brasileira por etanol só poderá ser
atendida ao longo desta década, se o país fizer deslanchar a produção do etanol
celulósico - o chamado etanol de segunda geração. Tendência esta que pode
alavancar as vendas de celulose.
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