O Plano Agrícola e Pecuário, anunciado em fins de junho pelo Governo Federal apresentou importantes novidades para o agronegócio brasileiro. Com expansão nominal de recursos da ordem de 7,5% com relação ao anterior (totalizando R$ 115,2 bilhões) e com redução média de 18,5% na taxa de juros, o programa é exaltado pelo Governo como o maior da história até o momento.
Do montante total disponível, a maior parte dos recursos serão destinados ao financiamento de custeio e de programas de comercialização (R$ 86,9 bilhões), significando uma expansão de recursos da ordem de 8,3% ante a safra anterior. Deste total, cerca de 81,2% serão financiados com juros controlados, elevação desta modalidade de aproximadamente 10% na mesma base de comparação.
Já os valores disponíveis para investimento apresentaram expansão mais módica perante os aumentos com custeio e comercialização e totalizaram R$ 28,3 bilhões (expansão de 4,8% ante a safra anterior). Nesta modalidade, a participação dos recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aumentou para cerca de 70,6%, totalizando R$ 20 bilhões.
O anúncio do "maior e melhor" Plano Agrícola da história, nas palavras do Ministro da Agricultura é, de fato, relevante para que o setor mantenha o fornecimento de alimentos no mercado doméstico além de conservar a competitividade do setor no mercado internacional. A despeito disto, os recursos disponíveis para investimento (máquinas agrícolas, irrigação e armazenagem) poderiam ser maiores dado o gargalo, principalmente de armazéns que o país possui.
Do montante total disponível, a maior parte dos recursos serão destinados ao financiamento de custeio e de programas de comercialização (R$ 86,9 bilhões), significando uma expansão de recursos da ordem de 8,3% ante a safra anterior. Deste total, cerca de 81,2% serão financiados com juros controlados, elevação desta modalidade de aproximadamente 10% na mesma base de comparação.
Já os valores disponíveis para investimento apresentaram expansão mais módica perante os aumentos com custeio e comercialização e totalizaram R$ 28,3 bilhões (expansão de 4,8% ante a safra anterior). Nesta modalidade, a participação dos recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aumentou para cerca de 70,6%, totalizando R$ 20 bilhões.
O anúncio do "maior e melhor" Plano Agrícola da história, nas palavras do Ministro da Agricultura é, de fato, relevante para que o setor mantenha o fornecimento de alimentos no mercado doméstico além de conservar a competitividade do setor no mercado internacional. A despeito disto, os recursos disponíveis para investimento (máquinas agrícolas, irrigação e armazenagem) poderiam ser maiores dado o gargalo, principalmente de armazéns que o país possui.
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