A demanda doméstica aquecida e o câmbio valorizado criaram um clima favorável às importações. Pôde-se ver uma significativa expansão dos fluxos de cargas nos principais portos brasileiros, em setembro de 2010, segundo a FIPE, foram descarregadas 72.407.136 de toneladas de mercadorias em geral e as perspectivas, nos próximos anos, são de maiores descargas de mercadorias nos portos brasileiros; principalmente considerando a possibilidade de retomada dos níveis de comércio internacional.
O que se vê na atual conjuntura é a crescente elevação de demanda interna, aliada ao refreamento das obras do PAC, que passam a seguir a nova orientação de gestão de contenção de gastos à nível federal, evidenciando a insuficiência da estrutura portuária brasileira.
Tudo isso fez com que os portos brasileiros atingissem, nos últimos meses, níveis considerados "críticos", próximos do limite da capacidade no curto prazo que, por sua vez, pode gerar aumento dos custos dos produtos exportados e importados trazendo, conseqüentemente, perda de competitividade das exportações e elevação do preços dos importados, que se reflete no nível de inflação.
O que se vê na atual conjuntura é a crescente elevação de demanda interna, aliada ao refreamento das obras do PAC, que passam a seguir a nova orientação de gestão de contenção de gastos à nível federal, evidenciando a insuficiência da estrutura portuária brasileira.
Tudo isso fez com que os portos brasileiros atingissem, nos últimos meses, níveis considerados "críticos", próximos do limite da capacidade no curto prazo que, por sua vez, pode gerar aumento dos custos dos produtos exportados e importados trazendo, conseqüentemente, perda de competitividade das exportações e elevação do preços dos importados, que se reflete no nível de inflação.
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