A multinacional finlandesa Pöyry que atua em projetos e consultoria para o setor de celulose e papel pretende atuar no Brasil. Ela já adquiriu 60% da Silviconsult, empresa em ascensão na área de negócios florestais, em uma transação cujo valor não foi revelado, resultando em uma gigante nacional em consultoria para o setor de celulose e papel.
Com a atenção voltada para a perspectiva do crescimento econômico brasileiro comparado ao baixo desempenho europeu, a Pöyry Silviconsult Engenharia trará ao Brasil a tecnologia implementada na Europa e que rendeu a Pöyry posição de destaque no âmbito internacional. A multinacional trará também seus atuais clientes - europeus e norte americanos - e especialistas na área, dobrando o número de funcionários da empresa.
Devido ao clima brasileiro amplamente favorável ao plantio de Pinos, o setor de celulose consegue driblar as adversidades jurídicas para a compra de terras por estrangeiros (o limite está em 40%) e do atual câmbio valorizado - avaliado como um câmbio insustentável à longo prazo - já que a exportação é o destino de grande parte da produção nacional de celulose, cerca de 56%, conseguindo, assim, se manter competitivo no mercado internacional com um crescimento expressivo de 47,4% em 2010 segundo dados da BRACELPA. O setor ainda conta com barreiras à entrada à novas empresas devido, primeiro, ao alto custo de investimento inicial e, segundo, a dificuldade em adquirir as licenças necessárias. Já as empresas estabelecidas seguem com aquisições e expansões em andamento, o que eleva o markup delas a um bom patamar para os próximos anos e conseqüentemente atrairá capital externo oriundo de países em recessão.
Com a atenção voltada para a perspectiva do crescimento econômico brasileiro comparado ao baixo desempenho europeu, a Pöyry Silviconsult Engenharia trará ao Brasil a tecnologia implementada na Europa e que rendeu a Pöyry posição de destaque no âmbito internacional. A multinacional trará também seus atuais clientes - europeus e norte americanos - e especialistas na área, dobrando o número de funcionários da empresa.
Devido ao clima brasileiro amplamente favorável ao plantio de Pinos, o setor de celulose consegue driblar as adversidades jurídicas para a compra de terras por estrangeiros (o limite está em 40%) e do atual câmbio valorizado - avaliado como um câmbio insustentável à longo prazo - já que a exportação é o destino de grande parte da produção nacional de celulose, cerca de 56%, conseguindo, assim, se manter competitivo no mercado internacional com um crescimento expressivo de 47,4% em 2010 segundo dados da BRACELPA. O setor ainda conta com barreiras à entrada à novas empresas devido, primeiro, ao alto custo de investimento inicial e, segundo, a dificuldade em adquirir as licenças necessárias. Já as empresas estabelecidas seguem com aquisições e expansões em andamento, o que eleva o markup delas a um bom patamar para os próximos anos e conseqüentemente atrairá capital externo oriundo de países em recessão.
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