O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou na última quinta-feira, dia 25 de novembro, a definição das novas regras para o setor de cartões de crédito no país. O ponto principal da nova regulamentação da CMN se dará no sentido de limitar as tarifas cobradas ampliando a assistência aos consumidores. Importante ressaltar que o Banco Central também participará dessa nova regulamentação.
Dentre as novas regras estão a permissão de apenas cinco tipos de tarifa, que deverão ser discriminadas claramente aos consumidores evidenciando os custos pagos nas transações, implicando em uma maior visualização por parte dos clientes e levando a uma maior concorrência com intuído de redução no nível de preço. Outras medidas importantes dizem respeito à proibição de envio de cartões não solicitados e a informação aos clientes das taxas efetivas totais praticadas no financiamento dos saldos devedores, incluindo além dos juros, todas as outras cobranças embutidas.
Em suma, percebe-se uma maior fiscalização a fim de tornar as taxas praticadas no setor menos abusivas o que, a priori, pode representar certo tipo de ameaça às empresas do setor. Entretanto, o que se espera é um crescimento da utilização dos meios de pagamento eletrônicos em um ambiente onde as pessoas terão mais clareza frente às transações, podendo acarretar em uma queda na inadimplência. Uma medida em especial demosntra isso. A partir de julho de 2011 o pagamento mínimo das faturas passará para 15% e em dezembro a 20%.
Dentre as novas regras estão a permissão de apenas cinco tipos de tarifa, que deverão ser discriminadas claramente aos consumidores evidenciando os custos pagos nas transações, implicando em uma maior visualização por parte dos clientes e levando a uma maior concorrência com intuído de redução no nível de preço. Outras medidas importantes dizem respeito à proibição de envio de cartões não solicitados e a informação aos clientes das taxas efetivas totais praticadas no financiamento dos saldos devedores, incluindo além dos juros, todas as outras cobranças embutidas.
Em suma, percebe-se uma maior fiscalização a fim de tornar as taxas praticadas no setor menos abusivas o que, a priori, pode representar certo tipo de ameaça às empresas do setor. Entretanto, o que se espera é um crescimento da utilização dos meios de pagamento eletrônicos em um ambiente onde as pessoas terão mais clareza frente às transações, podendo acarretar em uma queda na inadimplência. Uma medida em especial demosntra isso. A partir de julho de 2011 o pagamento mínimo das faturas passará para 15% e em dezembro a 20%.
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