
A alemã E.ON se associou à MMX, que realizará a compra de 10% da MPX por R$ 1 bilhão. Juntas, as empresas realizarão um investimento de R$ 18 bilhões em termelétricas que a MPX construirá no Complexo de Açu (Rio de Janeiro), no Maranhão e em demais localidades brasileiras. As usinas térmicas têm capacidade total de 10,35 GW e tem previsão de conclusão no segundo trimestre de 2012.
A joint-venture será responsável pelo desenvolvimento, execução e operação de empreendimentos de energia térmica e renovável no Chile e no Brasil além das atividades de suprimento e comercialização. Para a constituição da nova empresa a MPX entregará 50% de sua carteira de empreendimentos térmicos sem contrato de compra e venda de energia e a E.ON terá opção de comprar participação adicional no projeto de energia no Porto de Açu.
A nova empresa controlará a totalidade dos projetos de energia renovável da MPX, que reúne um parque eólico e uma usina solar, porém manterá o controle de cinco termelétricas que assinaram contratos de provisão de energia com o governo brasileiro e concessões de gás natural na bacia do Parnaíba. A joint venture origina a maior empresa privada de energia no Brasil, denotando a relevância de investimentos privados no setor que anteriormente era composto majoritariamente por empresas estatais.
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